12 de fevereiro de 2012

Irritados, deputados evangélicos cobram explicações do ministro Gilberto Carvalho por causa de suas declarações

A repercussão das declarações do ministro Gilberto Carvalho sobre a influência dos líderes evangélicos na sociedade levou os deputados da bancada evangélica a protestarem no plenário da Câmara Federal.

O pastor e deputado federal Marco Feliciano usou a tribuna para expor sua insatisfação com as declarações e afirmou que irá convocar o ministro para explicações no plenário: “eu gostaria aqui de deixar avisado que assim que passar o recesso de Carnaval, assim que começarem os trabalhos das Comissões, eu vou pedir (…) para convocar o Sr. Ministro Gilberto de Carvalho para que ele explique que projetos são esses”, referindo-se à afirmação do ministro de que é preciso disputar as classes C e D com os evangélicos, para que estes não atrapalhem os planos do governo.

Marco Feliciano disse ainda estar sendo cobrado por ter apoiado a candidatura da presidente Dilma e agora, precisa dar explicações sobre essas posições do governo: “agora estou sendo cobrado por todos aqueles que votaram em mim, foram mais de 200 mil votos no Estado de São Paulo, dizendo: ‘O senhor apoiou um Governo que agora faz isso’”, afirmou o deputado, que garantiu estar consternado a ponto de considerar a hipótese de romper com a base do governo no Congresso.

O deputado federal Anthony Garotinho também usou a tribuna para protestar contra as declarações do ministro, e afirmar que caso ele não se retratasse, iria propor que os evangélicos obstruíssem as votações na casa. “O Gilberto Carvalho deve uma explicação – e esta é uma Casa política -, enquanto ele não explicar que rede é essa que quer montar. Ele quer uma rede, que rede é essa? Quer montar uma rede para fazer o enfrentamento ideológico através da mídia. Ele vai usar o quê? As televisões do governo? Vai comprar horário? Enquanto ele não fizer isso, todas as quintas-feiras nós vamos derrubar as sessões aqui”, ameaçou o deputado, segundo informações do blog da Frente Parlamentar Evangélica.

Outro que protestou foi o deputado federal Lincoln Portela, de Minas Gerais, que entende que o governo está sendo incoerente e discriminatório em relação aos evangélicos: “Este governo que fala tanto em discriminação… Vem agora o ministro do governo tomar uma posição de discriminação em relação aos evangélicos, chamando-os de retrógrados, dizendo que a lei do aborto não é aprovada por causa dos evangélicos”. Anteriormente, o senador Magno Malta havia chamado o ministro Gilberto Carvalho de safado e mentiroso.

A assessoria de imprensa da Secretaria Geral da Presidência da República divulgou nota informando que o ministro Gilberto Carvalho lamenta o mal entendido em torno das suas declarações sobre os evangélicos. Segundo Carvalho, em sua declaração, ele reconheceu a força dos líderes evangélicos: “De maneira alguma ataquei os companheiros evangélicos. Quem conhece a minha trajetória, sabe do carinho que eu tenho, do reconhecimento que eu tenho ao trabalho das Igrejas Evangélicas no país. O que eu fiz lá foi uma constatação política que, de fato, quem tem presença na periferia do Brasil, quem fala para as classes sobretudo C, D e E são as Igrejas Evangélicas e, portanto, essa presença tem que ser reconhecida, é real e efetiva”.

Fonte: Gospel+

Com escutas, Polícia Federal flagra o deputado Garotinho em conversas com o líder dos policiais grevistas da Bahia

As greves de policiais nos estados da Bahia e Rio de Janeiro poderiam estar sendo incentivadas por políticos, segundo informações do jornalista Lauro Jardim, colunista da revista Veja.

Com a proporção das manifestações, a Polícia Federal passou a monitorar as ligações dos líderes dos movimentos grevistas, com autorização judicial. As ligações telefônicas revelaram que o presidente da Associação dos Policiais, Bombeiros e Familiares da Bahia, Benvenuto Daciolo, que é líder do movimento e cabo do corpo de Bombeiros, estaria combinando com políticos, a nacionalização da greve.

Segundo a coluna “Radar On Line”, um dos políticos flagrados em conversa com o líder dos grevistas, seria o deputado evangélico Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro.

Nas conversas entre Garotinho e Daciolo, ambos falaram sobre o movimento, reivindicações e sobre a possibilidade de que a paralisação se torne nacional. O jornalista Lauro Jardim chegou a publicar a informação de que Anthony Garotinho estaria incentivando o movimento, mas depois publicou nota, desculpando-se com a informação equivocada e afirmando que nas ligações flagradas pela PF, o deputado “não foi além do que podia ir”.

Fonte: Gospel+

Bancada evangélica pressiona e Ministério da Saúde retira da internet vídeo homossexual sobre uso de camisinha no carnaval

Plenário
O Ministério da Saúde mandou retirar do Youtube um vídeo que promovia o uso de preservativos durante o carnaval. O detalhe é que o vídeo continha um casal homossexual trocando carícias.

A determinação para a retirada do vídeo do canal do Ministério da Saúde foi repassada ao Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais por pressão da bancada evangélica no Congresso. O vídeo faz parte da campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis no carnaval e era dirigido a jovens homossexuais de 18 a 24 anos, segundo informações do site MixBrasil.

O deputado federal Marco Feliciano postou no Twitter informação que confirmava a pressão dos evangélicos para a retirada da campanha com ênfase gay: “Pressão Nossa —: Ministério da Saúde manda tirar do site vídeo com cena homossexual”, escreveu o pastor.

A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde divulgou comunicado informando que o vídeo foi produzido para ser veiculado em ambientes fechados e em festas, atingindo apenas ao público alvo. Segundo a nota, por engano o vídeo foi postado no Youtube, e por isso, foi removido da internet: “O vídeo não foi vetado, já estava no planejamento que ele iria para ambientes fechados. Acabou indo para o site do Departamento de AIDS por equívoco”, explicou a assessoria.
Tweet do Pastor Marco Feliciano
Fonte: Gospel+

Evangélicos sofrem ataque por converterem-se ao Cristianismo

Dois Iranianos que deixaram o Islamismo e se converteram ao Cristianismo, sofreram uma tentativa de assassinato por três mascarados armados com facas, enquanto caminhavam em Haugesund, Noruega, no dia 30/01.

As vítimas, que foram atingidas por diversos ataques de faca, foram socorridas por uma enfermeira até a chegada da ambulância. Os mascarados gritavam “kuffar” (descrente, em árabe) enquanto esfaqueavam os cristãos. Eles não foram identificados.

O ministro acredita que o ataque tenha sido motivado por divergências religiosas; ambos são membros fiéis de uma igreja evangélica local.

Os cristãos, que preferem manter o anonimato, vivem na Noruega há anos. Um deles converteu-se no país e o outro no Irã, mas por ter sido preso e torturado, abandonou o país para exercer sua fé.

Segundo o pastor “eles são muito ativos na igreja e também testemunham sobre sua fé durante as reuniões”. Ele preferiu permanecer anônimo com medo de perseguições, pois viaja muito a países mulçumanos.

Fonte: Gospel+

Deputado Marco Feliciano apresenta três projetos de lei no retorno do Congresso às atividades

O deputado federal e pastor Marco Feliciano apresentou três projetos no retorno das atividades parlamentares. Os projetos de lei propostos pelo deputado referem-se à assistência do governo aos portadores de deficiência para que estes tenham acesso às tecnologias “assistivas”, à internação compulsória de viciados em drogas para desintoxicação a partir de solicitação de familiar ou responsável às autoridades e ao projeto que prevê a regulamentação do prazo de mandatos sindicais.

Sobre o projeto de lei que obriga o governo a prover assistência aos portadores de deficiência, Feliciano afirmou que “a Constituição Federal e a legislação ordinária contêm normas e estabelecem instrumentos destinados a garantir o pleno exercício dos direitos das pessoas com deficiência. Em muitas circunstâncias, contudo, a falta de maior detalhamento ou de elementos concretos que possam nortear as políticas públicas dificulta a inclusão e a qualidade de vida dessas pessoas. O objeto do presente projeto de lei é inserir na legislação questões específicas voltadas para a tecnologia assistiva, listando de modo mais claro alguns meios indispensáveis à plena integração e ao desenvolvimento desse contingente da população brasileira”.

Feliciano declarou, em relação ao projeto de lei de internação compulsória de viciados, que são necessárias medidas efetivas para evitar que um viciado acabe morto por causa do vício. Hoje, a lei não permite a internação sem o consentimento do dependente. “A tragédia do desperdício de vidas humanas pelo uso de drogas e de bebidas alcoólicas é, infelizmente, uma realidade cada vez mais presente na vida dos brasileiros. O número de dependentes se alastra ao ponto de hoje termos a maioria dos municípios no enfrentamento de casos que exigem novas políticas de saúde pública e de contenção da criminalidade. Estamos diante de uma nova “chaga social”, que afeta a ocupação do espaço urbano, com a criação de “cracolândias”, verdadeiros depósitos de vidas humanas, à espera do momento de sucumbir fatalmente ao abuso de drogas e de álcool”, justificou o deputado, segundo informações de seu site.

A proposta do deputado e pastor Marco Feliciano em relação aos mandatos de líderes sindicais, segundo ele, visa garantir que dentro do sindicato, haja diversidade de pensamentos e ideias, e também evitar que lideranças se perpetuem no poder, criando obstáculos para novas candidaturas: “Ao dispor sobre esse assunto suscitaremos, certamente, um debate acerca da sua constitucionalidade. Alguns irão argumentar que a matéria é inconstitucional por suposta violação ao princípio da liberdade de associação. De outra parte, impediremos que atos de violência sejam cometidos contra aqueles que se opõe a tais mandatos”, afirmou, demonstrando estar ciente de que a aprovação da proposta não deverá acontecer antes de intensos debates com a sociedade.

Fonte: Gospel+

“Igreja Católica não tem ideia do que fazer” para combater casos de pedofilia, afirma padre

Edênio Valle, padre
A Igreja Católica está realizando uma conferência na Universidade Gregoriana do Vaticano para debater medidas efetivas contra os casos de pedofilia na Igreja. Porém, em relação ao Brasil, a Igreja “não tem ideia” de que medidas tomar para combater essas práticas.

A declaração foi feita pelo padre Edênio Valle à Agência France Press, durante entrevista para comentar a situação da pedofilia dentro da Igreja Católica no Brasil. O padre, que é psicólogo e conselheiro da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que, no país, a pedofilia “é mais tolerada culturalmente” do que em outros países do ocidente.

Segundo o padre, é necessário um planejamento de ações a serem tomadas, porém isso não está sendo feito: “Medidas e procedimentos efetivos por parte da Igreja no curto, médio e longo prazo, até onde eu sei, não estão sendo planejados. Problemas secretos não são debatidos seriamente”, afirmou.

O padre, que também trabalha com orientações a padres com dificuldades nesse sentido, ressaltou que no Brasil “não há locais de amparo, recuperação e cuidado para as vítimas. Geralmente, elas são apenas removidas da cena”.

Porém, o padre Valle fez questão de frisar que há boa vontade por parte dos líderes católicos brasileiros, motivada pela insistência do Vaticano de cobrar “respostas urgentes e competentes”, mas a questão cultural tem atrapalhado, no ponto de vista dele: “Esta moderação relativa em relação aos escândalos dos padres católicos é devido ao fato de que a pedofilia e a efebofilia são comportamentos culturalmente mais tolerados no Brasil do que na Europa ou na América do Norte”, explica. A “efebofilia” é a definição do comportamento sexual de um adulto que tem preferência por adolescentes.

Finalizando, o padre Edênio Valle afirmou que os bispos brasileiros precisam agir rapidamente e adotar uma posição clara e frontalmente contrária aos casos de abuso sexual, não apenas dentro da igreja, mas também em toda a sociedade. Os escândalos de abuso sexual na Igreja Católica vêm sendo revelados há anos e, segundo informações de funcionários do Vaticano, há inúmeros casos que ainda não foram revelados.

Fonte: Gospel+

Dilma Rousseff nomeia ativista pró-aborto como ministra, ignorando compromisso de campanha com evangélicos

Eleonora Menicucci
A nova ministra da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, Eleonora Menicucci, será empossada na próxima sexta-feira, 10/02, em substituição à ex-ministra Iriny Lopes, que saiu do cargo para disputar as eleições municipais.

Eleonora Menicucci é favorável ao aborto e segundo informações do jornal Folha de S. Paulo admite ter se submetido ao procedimento em duas ocasiões. Para ela, o tema “aborto é uma questão de saúde pública, como o crack, as drogas, a dengue, HIV e todas as doenças infectocontagiosas”.

Anteriormente, Eleonora havia afirmado que sua luta pró-aborto se baseia na intenção de evitar mortes: “minha luta para que nenhuma mulher neste país morra por morte materna só me fortalece”. Em 2007, declarou à revista TPM que se relaciona com homens e mulheres, e se disse orgulhosa de sua filha, que é homossexual.

Na entrevista coletiva concedida ontem à imprensa, evitou falar sobre suas convicções pessoais a respeito do tema, e disse que ao aceitar o convite da presidente Dilma Rousseff, sua postura como ministra passa a ser a postura do governo e que o tema é de responsabilidade do Poder Legislativo.

Durante a campanha presidencial, a então candidata Dilma Rousseff defendeu-se das acusações de ser favorável à legalização do aborto afirmando que se fosse eleita, não iria propor a aprovação de uma lei que legalizasse o procedimento, e que não convidaria para sua equipe nenhum político que fosse abertamente favorável ao tema.

Fonte: Gospel+

Senador Marcelo Crivella relata encontro com Barack Obama e afirma que o presidente dos Estados Unidos lê a Bíblia diariamente

O senador Marcelo Crivella relatou seu encontro com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e contou, durante sua fala no Congresso Nacional, detalhes do encontro.

Segundo o senador, o presidente Obama declarou em discurso durante o “National Prayer Breakfast” (Dia Nacional de Oração), que todos os dias lê a Bíblia, e que para a tomada de decisões políticas, sempre consulta os ensinamentos de Cristo.

Na ocasião, o presidente Barack Obama, falando sobre as condições econômicas de seu país e da necessidade de medidas efetivas contra a crise, declarou que é necessário ajustes na cobrança de impostos.

“Quando eu falo responsabilidade compartilhada é porque eu realmente acredito que em um momento em que muitas pessoas estão lutando, num momento em que temos enormes déficits, é difícil para mim pedir empréstimos a idosos de renda fixa, jovens estudantes ou famílias de classe média que mal conseguem pagar as contas sozinhos. E eu penso comigo, se eu estou disposto a abrir mão de algo como alguém que tem sido extraordinariamente bem-aventurado, e desistir de alguns dos benefícios fiscais, eu realmente acho que isso vai fazer diferença na economia. Mas para mim, como cristão, também coincide com o ensino de Jesus, que diz que ‘para quem muito é dado, muito será exigido’”, discursou Obama.

Essa não é a primeira vez que Barack Obama cita a Bíblia e sua fé durante discursos presidenciais. Ele conta em sua equipe de conselheiros como um pastor evangélico, e em certa ocasião, foi acusado por um manifestante de ser o anticristo, e como resposta, afirmou que “Jesus Cristo é o Senhor”.

Assista ao vídeo do discurso do senador Marcelo Crivella, em que ele relata seu encontro com o presidente Barack Obama:

Fonte: Gospel+