24 de outubro de 2026

Cindy Tápia estreia na música com “Ele é Grande”, lançamento da Todah Experience Live

A cantora Cindy Tápia. Foto: Todah Experience Live.

A cantora Cindy Tápia lançou, no dia 21 de outubro de 2026, seu primeiro single, “Ele é Grande”, pela Todah Music Experience Live. A música marca uma nova etapa de sua trajetória ministerial e apresenta uma mensagem centrada na soberania de Deus e na confiança em suas promessas, mesmo diante das dificuldades.


Ouça aqui: https://onerpm.link/EleEGrande


Composição de Jonathan Paes, a faixa chega ao público com uma proposta de adoração e encorajamento. Para Cindy, a mensagem fala que Deus está acima de todas as coisas e continua sendo a fonte de esperança para aqueles que enfrentam momentos difíceis.



“Ele é Grande” e a mensagem de confiança em Deus


A escolha da canção está relacionada à própria história da cantora. Ao falar sobre o significado da mensagem, Cindy destaca que sua caminhada é marcada pela convicção de que somente Deus pode transformar realidades e cumprir aquilo que promete. Essa experiência pessoal se conecta ao propósito que ela deseja transmitir por meio da música.


A expectativa da artista é que o single alcance pessoas que estejam passando por períodos de incerteza e desânimo. “Não desistam, tem um Deus acima de todas as coisas”, resume Cindy ao falar sobre o impacto que espera provocar em quem ouvir a canção.



Adoração como expressão de seu ministério


Musicalmente, “Ele é Grande” segue a proposta worship, vertente associada à música contemporânea de adoração. Cindy demonstra afinidade com diferentes sonoridades dentro da música cristã e destaca que seu principal interesse está em cantar para Deus, independentemente de classificações musicais.


A produção contou com o envolvimento da equipe da Todah e com a participação do maestro Paulo Lima, em sintonia com as ideias e a proposta artística de Cindy Tápia. Lima explica que o processo envolveu alguns dias de experimentação e ajustes até chegar ao resultado esperado. 


“A canção e a produção musical foram construídas totalmente em conjunto, alinhadas com as ideias que a Cindy buscava para a faixa. Foi um processo, buscando ideias e alinhando os detalhes. Tudo ficou lindo para a glória de Deus”, destaca. Para o maestro, a expectativa é que o lançamento cumpra seu propósito de adoração e exaltação a Deus, impactando positivamente a vida de muitas pessoas.



Confira o videoclipe:

https://youtu.be/NO34t1vB4-A?si=ioexvLxbfNBmi03G



Da primeira experiência em estúdio aos próximos projetos


Embora o lançamento represente sua estreia discográfica, a relação de Cindy com a música começou ainda na infância. Aos nove anos, ela conheceu Jesus e passou a cantar e pregar, dando os primeiros passos em uma caminhada que posteriormente se expandiria para diferentes áreas do ministério cristão.


Sua formação musical e ministerial teve início na Assembleia de Deus Madureira, na igreja do pastor Paulo, onde começou a participar do grupo de jovens e a adorar durante os cultos. Com o tempo, vieram convites para cantar em outras igrejas e cidades. Aos 13 anos, ela também participou de um evento em Madureira, no Rio de Janeiro, além de congressos cristãos.



Sobre Cindy Tápia


A história de Cindy Tápia é marcada por desafios familiares, financeiros e educacionais, superados, segundo seu testemunho, por meio da fé e da confiança nas promessas de Deus. Ela relata que, ao longo da vida, viu mudanças significativas em sua realidade, incluindo a formação acadêmica, a construção de suas empresas e a constituição de sua família.


Casada e mãe de duas filhas, Cindy conta que recebeu dos médicos a informação de que não poderia engravidar, mas posteriormente realizou o sonho da maternidade. A experiência integra seu testemunho pessoal.


Além da música, Cindy atua como empresária, atriz e pregadora da Palavra. Entre seus planos estão lançar novas canções de adoração, ampliar sua atuação ministerial e continuar investindo em estudos e conhecimentos para desenvolver os talentos que acredita ter recebido de Deus.


Confira mais informações sobre a cantora cindy Tápia:

https://www.instagram.com/cindytapia.oficial/


Ingrid Santiago lança “Cuida Deus”, single sobre proteção e união familiar pela Todah Experience Live

A cantora gospel Íngrid Santiago. Foto: Todah Experience Live.

A cantora Ingrid Santiago lançou na quinta-feira, 22 de outubro, o single “Cuida Deus”, uma canção de adoração que coloca a família no centro de uma oração por proteção, união e restauração. Lançada pela Todah Experience Live, a música nasceu de um desejo que a artista carregava desde o início de sua parceria com a gravadora e ganhou um significado ainda mais profundo por sua própria história familiar.


Ouça aqui: https://open.spotify.com/track/7bIsLgFCXNqL1sk0hk3fTb?si=qs87dATWR8mLeq4Qhkr_hw&utm_source=copy-link


Para Ingrid, a família é um presente de Deus que precisa ser cuidado diariamente. A mensagem da música é um pedido para que Deus proteja os lares, fortaleça os relacionamentos e ajude as pessoas a preservarem aquilo que consideram mais precioso.

“Hoje, a família tem sido tratada como algo banal. As pessoas se casam e se separam como se isso não tivesse importância, e aquilo que deveria ser sagrado acaba sendo visto como qualquer coisa. Mas família não é qualquer coisa: é um projeto de Deus. Foi Ele quem projetou o homem, a mulher e os filhos, e quem chamou os filhos de herança. Precisamos voltar a olhar para nossa família como algo sagrado, cuidar, proteger, orar e estar presentes. É isso que Deus espera de nós”, afirma Ingrid Santiago.



Uma oração que chegou no momento certo


A história de “Cuida Deus” começou quando Ingrid fechou seu projeto com a Todah Experience. Na época, grávida de Manuela, ela sentiu o desejo de gravar uma canção sobre família. Nos meses seguintes, porém, não encontrou uma composição que correspondesse ao que procurava, e suas próprias tentativas de escrever sobre o tema também não avançaram.


Quando faltava apenas uma semana para a gravação, a cantora decidiu apresentar a situação a Deus em oração. Ela acreditava que aquela direção tinha um propósito, mesmo sem saber como encontraria a música.


Foi nesse período que o compositor Jonathan Paes entrou em contato, oferecendo algumas de suas composições. Ao saber que ele já havia tido músicas gravadas pela Todah, Ingrid explicou que procurava especificamente uma canção sobre família. Jonathan então apresentou “Cuida Deus”, que já estava pronta.


A identificação foi imediata. Ao ouvir a música, Ingrid sentiu paz e ficou feliz por encontrar justamente a mensagem que desejava transmitir. Para ela, o encontro entre a composição e aquele momento de sua vida representou uma resposta à oração que havia feito dias antes.


Confira o videoclipe:

https://youtu.be/Cy1EczrYDRE



A história pessoal por trás da mensagem


A escolha do tema também tem relação direta com a trajetória da cantora. Ingrid é filha de pais separados e conta que conhece de perto as marcas emocionais que uma ruptura familiar pode deixar nos filhos. Essa experiência contribuiu para que ela desenvolvesse uma valorização especial dos vínculos familiares e do cuidado com o lar.


“Eu sou filha de pais separados e sei o quanto isso marca a vida de um filho. Por isso eu valorizo tanto a família e acredito que a gente tem que lutar com tudo que puder para não deixar ela se acabar”, afirma.


A partir dessa vivência, a artista deseja incentivar a reflexão sobre a importância de cultivar os relacionamentos, buscar caminhos para superar as dificuldades e preservar os laços sempre que houver condições para isso. A mensagem não parte apenas de uma convicção religiosa, mas também de uma experiência que faz parte de sua história.


Com “Cuida Deus”, Ingrid espera que outras pessoas encontrem na música uma maneira de expressar seus próprios sentimentos e preocupações. “O meu maior desejo é que as pessoas façam dessa canção a oração delas todos os dias. Que cantem pedindo: ‘Cuida Deus, cuida da minha família’. Que Deus cuide, proteja e restaure cada lar que ouvir essa música”, declara.



Adoração e parceria com a Todah Experience


Musicalmente, “Cuida Deus” segue a proposta worship, estilo que Ingrid identifica como uma forma íntima e sincera de se dirigir a Deus. A intenção é que a faixa seja mais do que uma música para cantar: que também acompanhe momentos de oração, entrega e reflexão.


A gravação integra o projeto da cantora com a Todah Experience, parceria que ela considera importante para ampliar o alcance de sua mensagem. Ingrid destaca o trabalho da gravadora e agradece à equipe pela confiança em seu ministério e na proposta do single.


Na produção, a artista faz um agradecimento especial ao maestro Paulo Lima, que a acompanhou durante o processo vocal e contribuiu para a condução do projeto. Ela também reconhece o trabalho das equipes de vídeo, câmera, produção e bastidores envolvidas na realização.


Acompanhe as novidades sobre a cantora Íngrid Santiago:

https://www.instagram.com/ingridsantiagov/



20 de outubro de 2026

Do silêncio à explosão do rock: gabrielfah lança “Depois da Tarde” com mensagem de fé

O cantor gabrielfah. Foto: Reprodução.

Depois de quatro singles que apresentaram diferentes facetas de seu trabalho, gabrielfah aumenta o peso em “Depois da Tarde”, seu quinto lançamento autoral. A faixa, já disponível nas plataformas digitais, incorpora elementos do rock progressivo moderno e de vertentes mais pesadas do rock alternativo, ampliando a sonoridade indie que o artista vem construindo desde sua estreia.

Ouça “Depois da Tarde”: https://offstep.link/121004052299


Um riff marcante de guitarra abre a música e antecipa a intensidade que ganha força ao longo do arranjo. O contraste entre estrofes mais atmosféricas e refrões explosivos acompanha a própria narrativa da canção, que parte de um estado de inquietação e avança em direção a uma transformação interior.

Na letra, gabrielfah retrata a sensação de vazio que pode existir mesmo quando aparentemente está tudo no lugar. A noite, o luar e o silêncio ajudam a construir esse cenário, enquanto pensamentos difíceis de colocar em palavras encontram outras formas de expressão: “pensamentos vão, palavras não tem, mas os olhos dizem bem”.

A partir desse sentimento, “Depois da Tarde” encontra na fé seu ponto de virada. O convite a começar a crer e acalmar o coração conduz a música até a chegada do Senhor, apresentada como uma presença capaz de transformar a perspectiva de quem atravessa aquele momento.

“Depois da Tarde” sucede “It’s OK”, “Reflexo”, “Chegou” e “Leva” e consolida mais uma etapa da trajetória autoral de gabrielfah, explorando diferentes sonoridades do rock e temas como conflitos internos, espiritualidade, fé e transformação.


18 de outubro de 2026

Beatriz Borgueti e ZÉZIIN criam jogo eletrônico para expandir o universo do single “GAME OVER”

Os cantores Beatriz Borgueti e ZÉZIIN. Foto: Divulgação.

A música gospel ganha uma nova experiência com o lançamento de “GAME OVER”, colaboração entre Beatriz Borgueti e ZÉZIIN que ultrapassa os limites de uma canção e convida o público a entrar em seu próprio universo. Além do single e de um videoclipe com narrativa de super-heróis, o projeto conta com um jogo eletrônico inspirado na música, permitindo que os ouvintes interajam com os personagens e mergulhem ainda mais na proposta dos artistas.


Ouça aqui: https://open.spotify.com/intl-pt/album/58pV5Sh6qeNUTvO3Zz266k


A faixa chegou ao público em 14 de outubro e combina elementos do pop, trap e funk e xote em uma produção que busca dialogar especialmente com as novas gerações. A iniciativa une música, audiovisual e cultura gamer para apresentar uma mensagem cristã em formatos pouco convencionais no segmento gospel, sem deixar de lado o propósito central: lembrar que, mesmo diante das fases mais difíceis da vida, a história não precisa terminar ali.



Um game para levar a mensagem além da música


A ideia de desenvolver um jogo nasceu da vontade de Beatriz e ZÉZIIN de oferecer ao público algo além da experiência tradicional de ouvir uma canção ou assistir a um clipe. Para transformar a proposta em realidade, os artistas convidaram Matheus Sossa, profissional da área de tecnologia da informação e cunhado do casal, que desenvolveu o game como seu primeiro projeto do gênero.


No jogo, os participantes podem escolher entre os dois super-heróis, representados pelos artistas, e os dois vilões da história. A dinâmica envolve correr, pular obstáculos e enfrentar inimigos, com duas fases e dificuldade progressiva. A pontuação fica salva, incentivando os jogadores a superar seus próprios recordes. Outro detalhe é a trilha sonora em versão 8-bit, produzida por Gui Hazel a partir da música original, aproximando a experiência dos videogames clássicos.


A iniciativa também amplia o alcance do lançamento para além do público habitual da música cristã. A proposta é conversar com fãs da cultura geek, gamers, crianças, jovens e adultos, utilizando a interatividade como uma forma de apresentar o trabalho e despertar o interesse pela mensagem de “GAME OVER”.


Jogue o jogo virtual: https://gameover-1791500073.wixsite.com/my-site-1



“GAME OVER”: quando a vida parece chegar ao limite


Composição de Beatriz Borgueti e ZÉZIIN, a canção parte de uma metáfora familiar ao universo dos jogos: a vida é formada por diferentes fases, algumas mais fáceis e outras desafiadoras. A mensagem, porém, é que a presença de Jesus não depende do resultado de cada etapa. Mesmo quando as circunstâncias parecem desfavoráveis, ainda existe a possibilidade de recomeçar.


O tema dialoga com pessoas que enfrentam sofrimento emocional, ansiedade, depressão e sentimentos de solidão. Os artistas relatam que também passaram por momentos difíceis e desejam que a música alcance quem precisa de acolhimento e esperança. Em vez de tratar as adversidades como o fim da jornada, “GAME OVER” aponta para a fé em Cristo e para a importância de continuar buscando apoio diante das dificuldades.


A sonoridade acompanha essa intenção com uma mistura de pop, trap e funk, em uma proposta enérgica e contemporânea. A escolha dos ritmos procura aproximar a mensagem cristã de públicos que nem sempre se identificam com formatos tradicionais do gospel. A música alterna uma atmosfera dançante com uma temática reflexiva, usando a linguagem da cultura jovem como ponte para falar sobre fé, amor e esperança.



Um videoclipe de super-heróis com identidade própria


O universo de “GAME OVER” também ganha forma em um videoclipe que aposta no humor, na ação e em referências dos quadrinhos. Na história, Beatriz e ZÉZIIN interpretam um casal de super-heróis criado por Jesus Cristo para combater as forças do mal. Os personagens perseguem dois vilões envolvidos em roubos pela cidade, em uma narrativa descontraída que combina elementos cinematográficos com uma estética que transita entre os anos 2000 e referências atuais.


A construção visual foi conduzida pelos próprios artistas, responsáveis pelo conceito dos personagens, pelos figurinos, pelas cores e pelo roteiro. A produção incorpora referências da cultura japonesa e diferentes influências culturais, além de explorar o funk em uma perspectiva que busca valorizar o ritmo como ferramenta de expressão e evangelização. Os figurinos foram desenvolvidos com a participação da costureira Almerinda, enquanto Pereiriix assumiu a direção de fotografia e a colorização. Victor Valente ficou responsável pela edição e pelos efeitos visuais.


Confira o videoclipe: https://youtu.be/SkdtGV45yJU?si=skAHBCD96k1dYJX8



Uma parceria que reúne música, cinema e criatividade


A colaboração entre Beatriz e ZÉZIIN se estende por diferentes etapas do projeto. Beatriz trouxe a ideia central da música e o título “GAME OVER”, além de contribuir para trechos da composição. ZÉZIIN participou da construção da faixa e ajudou a desenvolver o conceito dos super-heróis para o videoclipe. Os dois também dividiram responsabilidades na direção, no roteiro, no styling e na montagem dos cenários, reunindo suas visões artísticas em uma produção conjunta.


A produção musical, a mixagem e a versão 8-bit ficaram a cargo de Gui Hazel. Matheus Mesquita, conhecido como Mesk, desenvolveu a capa do single, enquanto Matheus Sossa criou o jogo eletrônico. Pereiriix e Victor Valente completam a equipe audiovisual, e Sara e Matheus integram o elenco do videoclipe. O projeto conta ainda com a parceria de Poop Coffee e Vila Portuguesa. Ao conectar todas essas frentes, Beatriz Borgueti e ZÉZIIN apresentam “GAME OVER” como uma proposta que busca unir criatividade, entretenimento e propósito cristão, reforçando que a mensagem do Evangelho pode alcançar diferentes públicos por meio de novas linguagens artísticas.


Aos 13 anos, Davi Francisco realiza sonho de infância com lançamento de “É Ele” pela Todah Experience Live

O cantor gospel Davi Francisco. Foto: Fabio Rickman.

O cantor Davi Francisco lançou o single “É Ele”, pela Todah Experience Live. Aos 13 anos, o artista apresenta uma canção de estilo pentecostal com elementos de worship, cuja mensagem destaca a soberania de Deus e a compreensão de que Ele permanece o mesmo em todos os tempos. A faixa é composta por Felipe Costa e marca a primeira experiência de Davi com a gravação de um videoclipe ao vivo.

Ouça aqui: https://onerpm.link/EEle_Davi


“É Ele” aborda a permanência do caráter de Deus e a confiança em sua atuação diante das circunstâncias da vida. A proposta da música é lembrar aos ouvintes que, independentemente das mudanças e dificuldades enfrentadas, Deus continua sendo o mesmo. Para Davi, essa mensagem também se relaciona com situações cotidianas, nas quais a fé ajuda a lidar com preocupações e desafios.


O cantor explica que a letra vai além do momento de cantar e envolve reconhecer a presença de Deus nas pequenas situações do dia a dia. Entre os exemplos estão a ansiedade, as dificuldades na escola, os comentários de outras pessoas e as frustrações relacionadas à produção de conteúdo na internet. A partir dessas experiências, ele encontra na mensagem da canção um lembrete de que não precisa enfrentar tudo sozinho.



Primeira gravação ao vivo pela Todah Experience


A participação na Todah Experience Live representa a realização de um sonho antigo para Davi Francisco. Segundo o cantor, a oportunidade de gravar uma música e um videoclipe ao vivo era um desejo que carregava havia anos. Ele descreve a experiência como o cumprimento de uma promessa que guardava no coração e destaca a importância dos dois dias de gravação para sua formação musical e ministerial.


Durante o período, a programação incluiu momentos de culto, louvor e uma mentoria com Roger. Davi também participou de gravações de vídeos cantando, em uma experiência que, segundo ele, contribuiu tanto para seu desenvolvimento profissional quanto para sua atuação ministerial. A produção ao vivo representa, assim, uma nova etapa em sua trajetória como cantor.


Confira o videoclipe:




Produção reúne profissionais da Todah


A produção musical de “É Ele” ficou a cargo de Paulo Lima, com supervisão de produção de Bia Caprini e Éder Gonçalves. Caio Fernandes assina a direção de vídeo, enquanto Fábio Rickman é responsável pelas fotografias. A produção geral é da Todah Produções, e a direção executiva, da Todah Music. Giovani Mandelli responde pela direção de marketing e estratégia do projeto.



Dos primeiros passos ao lançamento autoral


Natural do Espírito Santo, Davi Francisco começou a cantar aos quatro anos de idade. Desde pequeno, tinha o sonho de gravar uma canção em estúdio e produzir um videoclipe dedicado à sua fé. Aos seis anos, segundo seu relato, recebeu uma palavra de um profeta que relacionava esse desejo à possibilidade de realizar uma gravação para a glória de Jesus, promessa que ele afirma ter guardado consigo ao longo dos anos.


Além de cantar em igrejas, Davi também prega a Palavra de Deus. Filho de Elisângela Souza de Jesus e Gilmar Francisco de Oliveira, o jovem artista vê o lançamento de “É Ele” como a concretização de um sonho e uma oportunidade de compartilhar sua mensagem com um público mais amplo. Com a estreia pela Todah Experience Live, ele dá mais um passo em sua caminhada musical, mantendo como propósito transmitir, por meio da música, a mensagem de fé e confiança em Deus.


Foto: Fabio Rickman 



Confira outras novidades do cantor Davi Francisco:

https://www.instagram.com/davicantor.oficial/


17 de outubro de 2026

Jane Gomes pensou em desistir das gravações, mas uma direção de Deus deu origem ao EP “Graça”

A cantora Jane Gomes. Foto: Walney Muniz.

Jane Gomes chegou a decidir que não gravaria mais. Depois de enfrentar decepções no meio musical, a cantora havia perdido o ânimo para investir em novos projetos fonográficos. A decisão, porém, mudou após uma experiência que ela descreve como um direcionamento de Deus para gravar “De Graça em Graça”, canção que se tornaria o ponto de partida do EP “Graça”, lançado pela Labidad Music Gospel, após um processo que atravessou nove anos de sua trajetória.


Ouça aqui: https://labidad.lnk.to/graca


A história começou em 2017, quando Jane recebeu uma mensagem de seu então líder de louvor informando que a música “De Graça em Graça”, originalmente gravada pela Hillsong Worship, em inglês, seria incluída no repertório da igreja. Enquanto dirigia para o trabalho e ouvia a canção no carro, ela conta que sentiu uma forte presença de Deus e ouviu a confirmação de que deveria gravá-la. Semanas depois, durante um culto de intercessão em Niterói, no Rio de Janeiro, a mesma orientação teria sido transmitida por três intercessores em momentos diferentes da reunião. Para a cantora, ficou claro que não se tratava apenas de uma escolha profissional, mas de uma decisão de obediência.



Nove anos de uma história chamada “Graça”


O EP nasceu a partir dessa experiência e reúne canções que acompanharam diferentes momentos da vida e do ministério de Jane. A palavra “Graça”, segundo ela, permaneceu associada ao projeto desde a finalização do primeiro arranjo. A capa já estava pronta em 2018, mas a conclusão do trabalho precisou esperar. O plano inicial era lançar os singles e finalizar o EP naquele mesmo ano, porém a trajetória tomou outro rumo.


Entre as faixas, “De Graça em Graça” ocupa um lugar especial por ter dado origem ao projeto e alcançado números expressivos no YouTube, conforme relata a artista. Ainda assim, Jane ressalta que não pretende concentrar a divulgação exclusivamente nessa música. Cada composição carrega uma história e um significado próprios, e a proposta é apresentar o conjunto como um registro de experiências que atravessaram diferentes fases de sua caminhada cristã.


A autenticidade das gravações também faz parte da identidade do EP. Três das canções foram registradas ao vivo em 13 de agosto de 2017. São elas “De Graça em Graça”, “Oh Quão Lindo Esse Nome É” (Hillsong Worship) e “Me Fez Livre” (Rodrigo Dutra). Jane recorda que a gravação foi marcada por manifestações de fé e pela expectativa de cumprimento de promessas. Sob a responsabilidade do técnico de gravação Higor Ferraz e produção musical de Hércules Valério, a cantora pediu que a equipe preservasse o que havia sido captado naquela noite, sem alterações na voz ou na atmosfera da ministração. A intenção era permitir que o público, mesmo anos depois, tivesse contato com a experiência vivida durante a gravação.



Um período de reconstrução além dos palcos


A conclusão do projeto foi atravessada por mudanças pessoais e profissionais. Entre 2018 e 2024, Jane passou por um período de menor exposição pública, marcado por questões pessoais e por um processo de reconstrução que a levou a repensar sua identidade e seu propósito. Ela explica que não deixou de exercer atividades ministeriais, mas diminuiu a participação em eventos e iniciativas voltados a públicos mais amplos. O intervalo também foi influenciado pelas dificuldades financeiras enfrentadas por artistas independentes, que precisam custear seus próprios projetos.


Durante esse período, a cantora manteve o trabalho com a música e investiu na formação acadêmica e no desenvolvimento do Studio de Voz Cantada Jane Gomes, sua escola de técnica vocal, criada em 2017. A experiência ampliou sua compreensão sobre o próprio chamado: além de cantar e ministrar, ela passou a enxergar o ensino vocal como uma maneira de contribuir para a formação de outras pessoas. Segundo Jane, cuidar de uma voz também significa cuidar da geração que poderá ser alcançada por ela.


A retomada dos lançamentos aconteceu em 2024, com o single autoral “Creio em Ti”, que contou com a participação da pastora Ana Nóbrega. Ao olhar para o período anterior, Jane afirma que o processo de amadurecimento fortaleceu sua compreensão de que sua missão não se limita à música. Para ela, cantar é uma das ferramentas disponíveis para transmitir a mensagem que recebeu de Deus, ao lado da Palavra, das aulas e das ministrações. Essa percepção também ajuda a explicar por que o EP representa, em sua visão, o encerramento de uma etapa e não apenas a conclusão de um trabalho fonográfico.



Canções que atravessam fronteiras e preparam o futuro


Entre as histórias que marcaram a trajetória das músicas está o relato de um casal de missionários que Jane conheceu durante uma ministração na Lagoinha Jundiaí, em São Paulo. Na ocasião, eles buscavam recursos para retornar à África e levaram os links das canções para compartilhar em seu trabalho missionário. Meses depois, a cantora recebeu uma mensagem contando que “De Graça em Graça” e “Me Fez Livre” estavam sendo ministradas em meio a uma guerra civil. O testemunho a fez recordar palavras que, segundo ela, havia recebido ainda na infância sobre o alcance de sua voz para além dos lugares aonde poderia ir pessoalmente.


O EP também inclui “Clamo Jesus”, versão de “I Speak Jesus”, mundialmente conhecida na voz de Charity Gayle,  gravação realizada no Studio de Voz Cantada Jane Gomes a partir de uma proposta de seu esposo, Edu Marques, que produziu a música com os recursos disponíveis. Jane relata que o trabalho foi considerado para o Grammy Latino de 2026, experiência que recebeu como um sinal importante para concluir o projeto. O repertório reúne, assim, gravações de diferentes fases, incluindo versões de estúdio e ao vivo de “Cubra Este Lugar”, composição de David Cerqueira que também ganhou uma interpretação ao vivo durante a pandemia de Covid-19.


Comunidade Aljava inaugura templo no Ceará e marca início de nova etapa ministerial

O pastor Marcos Jr., da Comunidade Aljava. Foto: Divulgação.


 A Comunidade Aljava inaugura, nos dias 30 e 31 de outubro, seu novo templo, marcando uma nova etapa na trajetória de uma igreja que nasceu de maneira simples e ganhou forma a partir da própria comunidade. Localizada em Caucaia, no Ceará, a igreja surgiu entre fevereiro e março de 2026, durante um período de transição ministerial, e hoje reúne cerca de 50 pessoas.


Mais do que a inauguração de uma estrutura física, a abertura do templo representa a consolidação de uma história construída coletivamente. A ideia de iniciar uma nova igreja não partiu inicialmente de um projeto pessoal, mas do desejo de irmãos que queriam continuar caminhando juntos, sendo cuidados e vivendo em comunidade. O espaço onde a igreja funciona foi disponibilizado pelo proprietário do Lava Jato Sai Bonito e, pouco a pouco, passou por um processo de transformação até se tornar o templo da Aljava.



Uma igreja que nasceu como comunidade


A própria origem ajuda a explicar a identidade da Comunidade Aljava. Antes de existir um templo estruturado, já havia pessoas dispostas a permanecer juntas e construir uma caminhada de fé. Foi nesse contexto que ganhou forma a visão que hoje orienta a igreja: cuidar, formar, impulsionar e enviar pessoas para viverem o propósito de Deus.


O nome Aljava também traduz essa proposta. Na imagem bíblica utilizada pela comunidade, a aljava é o lugar onde as flechas são guardadas e preparadas antes de serem lançadas. A partir dessa metáfora, a igreja entende cada pessoa como alguém que possui história, identidade, dons e um chamado. “Cada pessoa, uma flecha. Cada flecha, um propósito” tornou-se uma síntese dessa visão.


Na prática, a proposta se desenvolve por meio dos cultos, do discipulado, da convivência, do cuidado com as famílias e da formação de novos líderes. A comunidade busca colocar o caráter antes da plataforma e a proximidade antes da lógica de multidão, entendendo que servir não deve significar apenas ocupar uma função, mas fazer parte de um processo de amadurecimento e transformação.


A cultura de formação e envio, segundo a liderança da igreja, também não começou com a criação da Aljava. Antes mesmo da comunidade existir oficialmente, pessoas já haviam sido preparadas e enviadas para servir em diferentes lugares. A nova igreja surge, portanto, como continuidade de uma experiência ministerial construída ao longo dos anos.



Um novo templo para uma nova fase


O processo de construção do templo foi marcado pela participação dos próprios membros da comunidade. Desde os primeiros momentos, o espaço recebeu contribuições, trabalho voluntário e dedicação de pessoas que acompanharam cada etapa da transformação do local. A inauguração, por isso, representa para os membros a materialização de uma história que começou sem grandes recursos ou planejamento institucional, mas com disposição para construir juntos.


A cerimônia dos dias 30 e 31 de outubro inaugura uma nova fase sem alterar a essência da igreja. O novo espaço deverá ampliar as possibilidades de realização de cultos, discipulado, comunhão, formação e desenvolvimento de novos líderes. Para a Aljava, porém, a estrutura permanece como ferramenta para uma missão que tem as pessoas como prioridade.


A expectativa da liderança é que o templo funcione como uma base de formação e envio. A comunidade pretende fortalecer famílias, desenvolver lideranças e ampliar sua presença na cidade, sem transformar o crescimento da estrutura em objetivo maior do que o amadurecimento das pessoas. A visão é que a Aljava possa, futuramente, alcançar outras cidades e participar da formação de novas comunidades.



A trajetória pastoral de Marcos Jr.


À frente da Comunidade Aljava está o pastor Marcos Jr., fundador e presidente da igreja. Sua trajetória ministerial começou em Pernambuco, onde iniciou o pastoreio na Igreja Batista da Lagoinha e foi ordenado ao ministério pastoral pelo pastor Márcio Valadão. Ao longo da caminhada, também participou da plantação de igrejas e atuou como professor do Seminário Carisma, experiência ligada à formação de pessoas e líderes.


Sua atuação pastoral passou por diferentes contextos, especialmente em Pernambuco e, posteriormente, no Ceará. Nesse percurso, Marcos Jr. esteve envolvido na implantação e desenvolvimento de comunidades, no cuidado de pessoas e na formação de líderes. Entre as referências que contribuíram para sua visão ministerial, ele destaca os pastores Márcio Valadão e Douglas Gonçalves.


Essa trajetória ajuda a compreender os princípios que hoje estruturam a Comunidade Aljava. Para Marcos Jr., a igreja não deve enxergar pessoas apenas como números, público ou força de trabalho, mas como indivíduos que carregam uma história, um processo e um chamado. Daí nasce uma visão pastoral que prioriza cuidado, caráter, discipulado, formação e envio.


Para os próximos anos, o sonho do pastor é que a Aljava não fique limitada a um endereço ou a um único templo. A expectativa é formar líderes maduros, fortalecer famílias, ajudar pessoas a encontrarem seu propósito e contribuir para que novas comunidades sejam plantadas em outras cidades. A lógica, segundo sua visão, é que uma igreja saudável não prepara pessoas apenas para permanecer dentro dela, mas também para alcançar lugares onde ela ainda não chegou.


A inauguração do templo, nesse sentido, representa menos um ponto de chegada do que o início de uma nova etapa. Nascida de um grupo de pessoas que decidiu continuar caminhando junto, a Comunidade Aljava agora amplia sua estrutura sem abandonar a ideia que deu origem à sua história: cuidar de pessoas, prepará-las e enviá-las para viver aquilo que Deus lhes confiou.


Para mais informações, siga a Comunidade Aljava no Instagram:

https://www.instagram.com/aljavaceara/



14 de outubro de 2026

Edu Gomes, que viveu nas ruas na infância, encontrou no rap uma forma de falar sobre Deus

O cantor Edu Gomes. Foto: Divulgação.

A história de Edu Gomes, rapper cristão, compositor, guitarrista e líder de jovens, é atravessada por experiências que começaram ainda na infância. Antes de encontrar na música uma forma de comunicar sua fé e suas convicções, ele viveu períodos de instabilidade familiar, mudanças constantes e dificuldades que deixaram marcas profundas em sua trajetória.


Uma das experiências mais difíceis aconteceu quando Edu tinha cerca de seis anos. Ao lado da mãe, ele passou aproximadamente seis meses vivendo em situação de rua depois que a mãe deixou a casa onde sofria agressões do então companheiro. A saída aconteceu após um episódio de violência que, segundo o próprio artista, fez com que ela fugisse para preservar a própria vida.


Edu guarda lembranças daquele período, entre elas as caminhadas em busca de abrigo e comida. Sem um lugar fixo para permanecer, ele e a mãe chegaram a dormir no chão, do lado de fora da casa de familiares, e passaram dias circulando pelas ruas. Em algumas ocasiões, procuravam ajuda em lanchonetes para conseguir alimentação.



O fim de um período nas ruas


A situação começou a mudar quando uma antiga vizinha da mãe encontrou os dois sentados em uma praça, em Comendador Soares. Surpresa ao vê-los naquela condição, ela perguntou o que havia acontecido e decidiu ajudá-los. A partir daquele encontro, a mãe de Edu conseguiu retomar o trabalho e reconstruir gradualmente a vida da família.


A lembrança daquele período permaneceu por muitos anos. Uma das cenas que mais marcou Edu foi justamente uma ocasião em que ele e a mãe passaram a noite na parte externa da casa de uma tia e, pela manhã, foram mandados embora. Segundo ele, aquela experiência provocou uma mágoa que demorou muito tempo para ser superada.


O perdão, porém, tornou-se parte do processo de reconstrução pessoal de Edu. Já adulto e depois de se aproximar da igreja, ele passou a compreender que precisava liberar o perdão em relação às pessoas envolvidas naquela história. A decisão não apagou as lembranças da infância, mas mudou a maneira como passou a lidar com elas.



Da experiência de vida à música


A infância difícil foi apenas uma parte de uma trajetória marcada por mudanças. Filho de caminhoneiro, Edu passou por diferentes estados brasileiros e acompanhou o pai em viagens e trabalhos, conhecendo realidades diversas. Essa vivência ampliou seu contato com diferentes lugares e pessoas e contribuiu para a maneira como passou a observar e interpretar o mundo.


A música também esteve presente desde cedo. Antes de encontrar no rap sua principal forma de expressão, Edu tinha no rock uma de suas grandes referências. Tocava guitarra e chegou a participar de bandas e eventos durante o período em que viveu no Nordeste. Na adolescência e juventude suas influências musicais eram grandes nomes do rap nacional, entre eles Racionais MC's e Gabriel O Pensador.


A aproximação definitiva com o rap aconteceu quando Edu começou a experimentar a composição. Depois de criar uma música de forma descontraída com o filho e apresentá-la em uma igreja, percebeu que poderia desenvolver aquele caminho. A partir daí, passou a escrever cada vez mais e encontrou no rap uma linguagem capaz de unir sua experiência pessoal à mensagem cristã.



Um novo propósito


Uma das primeiras composições dessa fase foi “Cego via a luz do dia”, música em que Edu aborda a própria conversão e a mudança de perspectiva provocada pela fé. Gravada inicialmente de maneira independente e com recursos simples, a faixa representa o começo de uma nova etapa em sua relação com a música.


Hoje, Edu Gomes entende suas letras como uma das principais ferramentas de seu trabalho. Sua proposta é transformar experiências reais, incluindo as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, em músicas que abordem fé, arrependimento, esperança e transformação. O rap passou, assim, a ocupar um espaço que vai além da expressão artística.


A trajetória também levou Edu a estruturar o movimento Rap com Cristo, com o objetivo de utilizar o gênero como instrumento de evangelismo e alcançar públicos que nem sempre se identificam com formatos tradicionais de música cristã. Atualmente, o artista trabalha na construção de uma sonoridade que aproxima o rap de suas raízes no rock, retomando a guitarra e incorporando elementos das duas linguagens.


Ao olhar para a própria história, Edu não esconde as dificuldades que enfrentou, mas procura atribuir a elas um novo significado. A experiência de ter vivido nas ruas durante a infância, a convivência com conflitos familiares, as mudanças de cidade e sua posterior aproximação com a fé passaram a fazer parte de uma trajetória que ele utiliza para falar sobre transformação. Para o rapper, que tem sua família como base para continuar trabalhando, sua história não termina nas circunstâncias que viveu, mas continua na possibilidade de ajudar outras pessoas a reconstruírem as próprias histórias.



Confira o trabalho musical de Edu Gomes:

https://www.instagram.com/edugomesrap/