17 de outubro de 2026

Jane Gomes pensou em desistir das gravações, mas uma direção de Deus deu origem ao EP “Graça”

A cantora Jane Gomes. Foto: Walney Muniz.

Jane Gomes chegou a decidir que não gravaria mais. Depois de enfrentar decepções no meio musical, a cantora havia perdido o ânimo para investir em novos projetos fonográficos. A decisão, porém, mudou após uma experiência que ela descreve como um direcionamento de Deus para gravar “De Graça em Graça”, canção que se tornaria o ponto de partida do EP “Graça”, lançado pela Labidad Music Gospel, após um processo que atravessou nove anos de sua trajetória.


Ouça aqui: https://labidad.lnk.to/graca


A história começou em 2017, quando Jane recebeu uma mensagem de seu então líder de louvor informando que a música “De Graça em Graça”, originalmente gravada pela Hillsong Worship, em inglês, seria incluída no repertório da igreja. Enquanto dirigia para o trabalho e ouvia a canção no carro, ela conta que sentiu uma forte presença de Deus e ouviu a confirmação de que deveria gravá-la. Semanas depois, durante um culto de intercessão em Niterói, no Rio de Janeiro, a mesma orientação teria sido transmitida por três intercessores em momentos diferentes da reunião. Para a cantora, ficou claro que não se tratava apenas de uma escolha profissional, mas de uma decisão de obediência.



Nove anos de uma história chamada “Graça”


O EP nasceu a partir dessa experiência e reúne canções que acompanharam diferentes momentos da vida e do ministério de Jane. A palavra “Graça”, segundo ela, permaneceu associada ao projeto desde a finalização do primeiro arranjo. A capa já estava pronta em 2018, mas a conclusão do trabalho precisou esperar. O plano inicial era lançar os singles e finalizar o EP naquele mesmo ano, porém a trajetória tomou outro rumo.


Entre as faixas, “De Graça em Graça” ocupa um lugar especial por ter dado origem ao projeto e alcançado números expressivos no YouTube, conforme relata a artista. Ainda assim, Jane ressalta que não pretende concentrar a divulgação exclusivamente nessa música. Cada composição carrega uma história e um significado próprios, e a proposta é apresentar o conjunto como um registro de experiências que atravessaram diferentes fases de sua caminhada cristã.


A autenticidade das gravações também faz parte da identidade do EP. Três das canções foram registradas ao vivo em 13 de agosto de 2017. São elas “De Graça em Graça”, “Oh Quão Lindo Esse Nome É” (Hillsong Worship) e “Me Fez Livre” (Rodrigo Dutra). Jane recorda que a gravação foi marcada por manifestações de fé e pela expectativa de cumprimento de promessas. Sob a responsabilidade do técnico de gravação Higor Ferraz e produção musical de Hércules Valério, a cantora pediu que a equipe preservasse o que havia sido captado naquela noite, sem alterações na voz ou na atmosfera da ministração. A intenção era permitir que o público, mesmo anos depois, tivesse contato com a experiência vivida durante a gravação.



Um período de reconstrução além dos palcos


A conclusão do projeto foi atravessada por mudanças pessoais e profissionais. Entre 2018 e 2024, Jane passou por um período de menor exposição pública, marcado por questões pessoais e por um processo de reconstrução que a levou a repensar sua identidade e seu propósito. Ela explica que não deixou de exercer atividades ministeriais, mas diminuiu a participação em eventos e iniciativas voltados a públicos mais amplos. O intervalo também foi influenciado pelas dificuldades financeiras enfrentadas por artistas independentes, que precisam custear seus próprios projetos.


Durante esse período, a cantora manteve o trabalho com a música e investiu na formação acadêmica e no desenvolvimento do Studio de Voz Cantada Jane Gomes, sua escola de técnica vocal, criada em 2017. A experiência ampliou sua compreensão sobre o próprio chamado: além de cantar e ministrar, ela passou a enxergar o ensino vocal como uma maneira de contribuir para a formação de outras pessoas. Segundo Jane, cuidar de uma voz também significa cuidar da geração que poderá ser alcançada por ela.


A retomada dos lançamentos aconteceu em 2024, com o single autoral “Creio em Ti”, que contou com a participação da pastora Ana Nóbrega. Ao olhar para o período anterior, Jane afirma que o processo de amadurecimento fortaleceu sua compreensão de que sua missão não se limita à música. Para ela, cantar é uma das ferramentas disponíveis para transmitir a mensagem que recebeu de Deus, ao lado da Palavra, das aulas e das ministrações. Essa percepção também ajuda a explicar por que o EP representa, em sua visão, o encerramento de uma etapa e não apenas a conclusão de um trabalho fonográfico.



Canções que atravessam fronteiras e preparam o futuro


Entre as histórias que marcaram a trajetória das músicas está o relato de um casal de missionários que Jane conheceu durante uma ministração na Lagoinha Jundiaí, em São Paulo. Na ocasião, eles buscavam recursos para retornar à África e levaram os links das canções para compartilhar em seu trabalho missionário. Meses depois, a cantora recebeu uma mensagem contando que “De Graça em Graça” e “Me Fez Livre” estavam sendo ministradas em meio a uma guerra civil. O testemunho a fez recordar palavras que, segundo ela, havia recebido ainda na infância sobre o alcance de sua voz para além dos lugares aonde poderia ir pessoalmente.


O EP também inclui “Clamo Jesus”, versão de “I Speak Jesus”, mundialmente conhecida na voz de Charity Gayle,  gravação realizada no Studio de Voz Cantada Jane Gomes a partir de uma proposta de seu esposo, Edu Marques, que produziu a música com os recursos disponíveis. Jane relata que o trabalho foi considerado para o Grammy Latino de 2026, experiência que recebeu como um sinal importante para concluir o projeto. O repertório reúne, assim, gravações de diferentes fases, incluindo versões de estúdio e ao vivo de “Cubra Este Lugar”, composição de David Cerqueira que também ganhou uma interpretação ao vivo durante a pandemia de Covid-19.


Comunidade Aljava inaugura templo no Ceará e marca início de nova etapa ministerial

O pastor Marcos Jr., da Comunidade Aljava. Foto: Divulgação.


 A Comunidade Aljava inaugura, nos dias 30 e 31 de outubro, seu novo templo, marcando uma nova etapa na trajetória de uma igreja que nasceu de maneira simples e ganhou forma a partir da própria comunidade. Localizada em Caucaia, no Ceará, a igreja surgiu entre fevereiro e março de 2026, durante um período de transição ministerial, e hoje reúne cerca de 50 pessoas.


Mais do que a inauguração de uma estrutura física, a abertura do templo representa a consolidação de uma história construída coletivamente. A ideia de iniciar uma nova igreja não partiu inicialmente de um projeto pessoal, mas do desejo de irmãos que queriam continuar caminhando juntos, sendo cuidados e vivendo em comunidade. O espaço onde a igreja funciona foi disponibilizado pelo proprietário do Lava Jato Sai Bonito e, pouco a pouco, passou por um processo de transformação até se tornar o templo da Aljava.



Uma igreja que nasceu como comunidade


A própria origem ajuda a explicar a identidade da Comunidade Aljava. Antes de existir um templo estruturado, já havia pessoas dispostas a permanecer juntas e construir uma caminhada de fé. Foi nesse contexto que ganhou forma a visão que hoje orienta a igreja: cuidar, formar, impulsionar e enviar pessoas para viverem o propósito de Deus.


O nome Aljava também traduz essa proposta. Na imagem bíblica utilizada pela comunidade, a aljava é o lugar onde as flechas são guardadas e preparadas antes de serem lançadas. A partir dessa metáfora, a igreja entende cada pessoa como alguém que possui história, identidade, dons e um chamado. “Cada pessoa, uma flecha. Cada flecha, um propósito” tornou-se uma síntese dessa visão.


Na prática, a proposta se desenvolve por meio dos cultos, do discipulado, da convivência, do cuidado com as famílias e da formação de novos líderes. A comunidade busca colocar o caráter antes da plataforma e a proximidade antes da lógica de multidão, entendendo que servir não deve significar apenas ocupar uma função, mas fazer parte de um processo de amadurecimento e transformação.


A cultura de formação e envio, segundo a liderança da igreja, também não começou com a criação da Aljava. Antes mesmo da comunidade existir oficialmente, pessoas já haviam sido preparadas e enviadas para servir em diferentes lugares. A nova igreja surge, portanto, como continuidade de uma experiência ministerial construída ao longo dos anos.



Um novo templo para uma nova fase


O processo de construção do templo foi marcado pela participação dos próprios membros da comunidade. Desde os primeiros momentos, o espaço recebeu contribuições, trabalho voluntário e dedicação de pessoas que acompanharam cada etapa da transformação do local. A inauguração, por isso, representa para os membros a materialização de uma história que começou sem grandes recursos ou planejamento institucional, mas com disposição para construir juntos.


A cerimônia dos dias 30 e 31 de outubro inaugura uma nova fase sem alterar a essência da igreja. O novo espaço deverá ampliar as possibilidades de realização de cultos, discipulado, comunhão, formação e desenvolvimento de novos líderes. Para a Aljava, porém, a estrutura permanece como ferramenta para uma missão que tem as pessoas como prioridade.


A expectativa da liderança é que o templo funcione como uma base de formação e envio. A comunidade pretende fortalecer famílias, desenvolver lideranças e ampliar sua presença na cidade, sem transformar o crescimento da estrutura em objetivo maior do que o amadurecimento das pessoas. A visão é que a Aljava possa, futuramente, alcançar outras cidades e participar da formação de novas comunidades.



A trajetória pastoral de Marcos Jr.


À frente da Comunidade Aljava está o pastor Marcos Jr., fundador e presidente da igreja. Sua trajetória ministerial começou em Pernambuco, onde iniciou o pastoreio na Igreja Batista da Lagoinha e foi ordenado ao ministério pastoral pelo pastor Márcio Valadão. Ao longo da caminhada, também participou da plantação de igrejas e atuou como professor do Seminário Carisma, experiência ligada à formação de pessoas e líderes.


Sua atuação pastoral passou por diferentes contextos, especialmente em Pernambuco e, posteriormente, no Ceará. Nesse percurso, Marcos Jr. esteve envolvido na implantação e desenvolvimento de comunidades, no cuidado de pessoas e na formação de líderes. Entre as referências que contribuíram para sua visão ministerial, ele destaca os pastores Márcio Valadão e Douglas Gonçalves.


Essa trajetória ajuda a compreender os princípios que hoje estruturam a Comunidade Aljava. Para Marcos Jr., a igreja não deve enxergar pessoas apenas como números, público ou força de trabalho, mas como indivíduos que carregam uma história, um processo e um chamado. Daí nasce uma visão pastoral que prioriza cuidado, caráter, discipulado, formação e envio.


Para os próximos anos, o sonho do pastor é que a Aljava não fique limitada a um endereço ou a um único templo. A expectativa é formar líderes maduros, fortalecer famílias, ajudar pessoas a encontrarem seu propósito e contribuir para que novas comunidades sejam plantadas em outras cidades. A lógica, segundo sua visão, é que uma igreja saudável não prepara pessoas apenas para permanecer dentro dela, mas também para alcançar lugares onde ela ainda não chegou.


A inauguração do templo, nesse sentido, representa menos um ponto de chegada do que o início de uma nova etapa. Nascida de um grupo de pessoas que decidiu continuar caminhando junto, a Comunidade Aljava agora amplia sua estrutura sem abandonar a ideia que deu origem à sua história: cuidar de pessoas, prepará-las e enviá-las para viver aquilo que Deus lhes confiou.


Para mais informações, siga a Comunidade Aljava no Instagram:

https://www.instagram.com/aljavaceara/



14 de outubro de 2026

Edu Gomes, que viveu nas ruas na infância, encontrou no rap uma forma de falar sobre Deus

O cantor Edu Gomes. Foto: Divulgação.

A história de Edu Gomes, rapper cristão, compositor, guitarrista e líder de jovens, é atravessada por experiências que começaram ainda na infância. Antes de encontrar na música uma forma de comunicar sua fé e suas convicções, ele viveu períodos de instabilidade familiar, mudanças constantes e dificuldades que deixaram marcas profundas em sua trajetória.


Uma das experiências mais difíceis aconteceu quando Edu tinha cerca de seis anos. Ao lado da mãe, ele passou aproximadamente seis meses vivendo em situação de rua depois que a mãe deixou a casa onde sofria agressões do então companheiro. A saída aconteceu após um episódio de violência que, segundo o próprio artista, fez com que ela fugisse para preservar a própria vida.


Edu guarda lembranças daquele período, entre elas as caminhadas em busca de abrigo e comida. Sem um lugar fixo para permanecer, ele e a mãe chegaram a dormir no chão, do lado de fora da casa de familiares, e passaram dias circulando pelas ruas. Em algumas ocasiões, procuravam ajuda em lanchonetes para conseguir alimentação.



O fim de um período nas ruas


A situação começou a mudar quando uma antiga vizinha da mãe encontrou os dois sentados em uma praça, em Comendador Soares. Surpresa ao vê-los naquela condição, ela perguntou o que havia acontecido e decidiu ajudá-los. A partir daquele encontro, a mãe de Edu conseguiu retomar o trabalho e reconstruir gradualmente a vida da família.


A lembrança daquele período permaneceu por muitos anos. Uma das cenas que mais marcou Edu foi justamente uma ocasião em que ele e a mãe passaram a noite na parte externa da casa de uma tia e, pela manhã, foram mandados embora. Segundo ele, aquela experiência provocou uma mágoa que demorou muito tempo para ser superada.


O perdão, porém, tornou-se parte do processo de reconstrução pessoal de Edu. Já adulto e depois de se aproximar da igreja, ele passou a compreender que precisava liberar o perdão em relação às pessoas envolvidas naquela história. A decisão não apagou as lembranças da infância, mas mudou a maneira como passou a lidar com elas.



Da experiência de vida à música


A infância difícil foi apenas uma parte de uma trajetória marcada por mudanças. Filho de caminhoneiro, Edu passou por diferentes estados brasileiros e acompanhou o pai em viagens e trabalhos, conhecendo realidades diversas. Essa vivência ampliou seu contato com diferentes lugares e pessoas e contribuiu para a maneira como passou a observar e interpretar o mundo.


A música também esteve presente desde cedo. Antes de encontrar no rap sua principal forma de expressão, Edu tinha no rock uma de suas grandes referências. Tocava guitarra e chegou a participar de bandas e eventos durante o período em que viveu no Nordeste. Na adolescência e juventude suas influências musicais eram grandes nomes do rap nacional, entre eles Racionais MC's e Gabriel O Pensador.


A aproximação definitiva com o rap aconteceu quando Edu começou a experimentar a composição. Depois de criar uma música de forma descontraída com o filho e apresentá-la em uma igreja, percebeu que poderia desenvolver aquele caminho. A partir daí, passou a escrever cada vez mais e encontrou no rap uma linguagem capaz de unir sua experiência pessoal à mensagem cristã.



Um novo propósito


Uma das primeiras composições dessa fase foi “Cego via a luz do dia”, música em que Edu aborda a própria conversão e a mudança de perspectiva provocada pela fé. Gravada inicialmente de maneira independente e com recursos simples, a faixa representa o começo de uma nova etapa em sua relação com a música.


Hoje, Edu Gomes entende suas letras como uma das principais ferramentas de seu trabalho. Sua proposta é transformar experiências reais, incluindo as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, em músicas que abordem fé, arrependimento, esperança e transformação. O rap passou, assim, a ocupar um espaço que vai além da expressão artística.


A trajetória também levou Edu a estruturar o movimento Rap com Cristo, com o objetivo de utilizar o gênero como instrumento de evangelismo e alcançar públicos que nem sempre se identificam com formatos tradicionais de música cristã. Atualmente, o artista trabalha na construção de uma sonoridade que aproxima o rap de suas raízes no rock, retomando a guitarra e incorporando elementos das duas linguagens.


Ao olhar para a própria história, Edu não esconde as dificuldades que enfrentou, mas procura atribuir a elas um novo significado. A experiência de ter vivido nas ruas durante a infância, a convivência com conflitos familiares, as mudanças de cidade e sua posterior aproximação com a fé passaram a fazer parte de uma trajetória que ele utiliza para falar sobre transformação. Para o rapper, que tem sua família como base para continuar trabalhando, sua história não termina nas circunstâncias que viveu, mas continua na possibilidade de ajudar outras pessoas a reconstruírem as próprias histórias.



Confira o trabalho musical de Edu Gomes:

https://www.instagram.com/edugomesrap/


13 de outubro de 2026

Jorge Sepulcro lança “Me Gastarei em Teu Altar” pela Todah Experience e marca nova fase musical

O cantor Jorge Sepulcro. Foto: Todah Experience.


 O cantor Jorge Sepulcro lança neste 13 de outubro o single “Me Gastarei em Teu Altar”, um projeto gravado pela Todah Experience que representa um momento importante em sua trajetória musical. Com composição de Felipe Costa, a canção apresenta uma mensagem de entrega, adoração e compromisso com Deus, reforçando o propósito do artista de utilizar a música para alcançar vidas.


Ouça aqui: https://onerpm.link/MeGastareiemTeuAltar


A faixa parte da ideia de dedicar o melhor de si àquele que vive e reina para sempre. Para Jorge Sepulcro, a mensagem de “Me Gastarei em Teu Altar” se conecta tanto às experiências que já viveu quanto aos caminhos que ainda pretende percorrer. A expectativa é que a música incentive o público a refletir sobre sua relação com Deus e desperte mudanças pessoais e espirituais.



Um sonho cultivado desde a infância


A história de Jorge Sepulcro com a música começou aos nove anos, quando passou a cantar sozinho na igreja. Durante a adolescência, integrou o grupo de louvor e continuou desenvolvendo sua atuação musical, mantendo o desejo de ampliar seu alcance e, um dia, gravar por uma gravadora.


Ao longo dos anos, o cantor também participou de bandas e seguiu investindo na música. Em 2024, teve uma primeira experiência com a Todah ao gravar um cover, etapa que contribuiu para aproximá-lo do projeto que viria a realizar posteriormente.


A gravação de “Me Gastarei em Teu Altar”, realizada em 12 de junho de 2026, representa a concretização de parte desse sonho. O lançamento dá continuidade a uma caminhada construída ao longo de anos de participação na música cristã e dedicação ao ministério.


Confira o videoclipe:

https://youtu.be/MAALf9fktVo?is=2WO_G3ezTXCdjePs



“Me Gastarei em Teu Altar”: uma canção de entrega


Com uma sonoridade pop, estilo no qual encontrou sua identidade musical, Jorge Sepulcro apresenta uma interpretação voltada à adoração. A escolha acompanha sua trajetória artística e a maneira como deseja comunicar a mensagem da composição de Felipe Costa.


O título sintetiza a proposta da faixa: dedicar a própria vida à adoração a Deus. Mais do que uma declaração musical, a canção expressa o desejo de viver de maneira coerente com a fé e de fazer da música um instrumento para inspirar transformação.


O cantor Jorge Sepulcro espera que o público encontre na faixa um convite à mudança. Seu objetivo é que a mensagem ultrapasse o momento da audição e leve as pessoas a refletirem sobre suas escolhas, sua caminhada espiritual e a importância de viver com propósito.



A experiência com a Todah Experience


Gravar pela Todah Experience é descrito pelo cantor como a realização de um sonho. Ele destaca a qualidade visual e sonora do projeto e a importância de participar de uma produção que considera especial para sua carreira.


A experiência representa também uma oportunidade de apresentar seu trabalho a um público mais amplo, com uma estrutura profissional para transmitir a mensagem da canção. Para Jorge Sepulcro, o lançamento é parte de um caminho que começou ainda na infância e continua sendo construído com fé e dedicação.



Siga Jorge Sepulcro no Instagram:

https://www.instagram.com/jorgesepulcrooficial/



Wellen Carvalho lança “Vai Vendo” e aposta no arrocha gospel para falar sobre fé

A cantora gospel Wellen Carvalho. Foto: Divulgação.

A cantora Wellen Carvalho lançou, em 12 de setembro de 2026, o single “Vai Vendo”, uma aposta no arrocha para transmitir uma mensagem de fé, esperança e confiança em Deus. Com composição assinada pela própria artista em parceria com João Paulo Santos, a música fala sobre continuar acreditando mesmo quando as circunstâncias parecem indicar que nada está acontecendo.


A proposta da faixa é lembrar que nem sempre é possível compreender os processos da vida ou enxergar os resultados das situações enfrentadas. A partir dessa perspectiva, Wellen transforma uma mensagem de perseverança espiritual em uma canção de sonoridade popular, buscando alcançar ouvintes que atravessam períodos de dúvidas, espera e incerteza.


Confira o videoclipe:

https://youtu.be/wZMLb8iDk_o?si=vAmk4dxVLSRhTbAe



Uma mensagem sobre confiar no que ainda não se pode ver


“Vai Vendo” nasceu com o propósito de conversar com pessoas que, em algum momento, podem questionar se Deus continua agindo em suas vidas. A composição reforça a ideia de que, mesmo quando não há sinais visíveis de mudança, existe um processo em andamento e nem todas as respostas chegam no momento esperado.


Para Wellen, a mensagem também reflete sua própria maneira de lidar com os desafios. A cantora afirma que a música representa a decisão de permanecer firme na fé mesmo quando não consegue compreender tudo o que acontece ao seu redor.


A letra convida o público a olhar para as dificuldades com esperança, confiando que os acontecimentos podem ganhar novos significados com o passar do tempo. A intenção é que cada ouvinte encontre na canção um incentivo para continuar caminhando, sem interpretar a ausência de resultados imediatos como sinal de abandono.



Arrocha como caminho para transmitir a fé


Musicalmente, Wellen Carvalho escolheu o arrocha por sua sonoridade marcante, envolvente e acessível. A proposta é aproximar a mensagem cristã de um ritmo popular, mostrando como diferentes identidades musicais podem servir de caminho para expressar experiências de fé.


A combinação entre o ritmo e o conteúdo da letra também faz parte da identidade do lançamento. Em vez de limitar a abordagem a uma interpretação contemplativa, “Vai Vendo” aposta em uma sonoridade alegre para transmitir uma mensagem de encorajamento e confiança.


A gravação conta com Lucas Garcia no teclado, baixo e percussão; Baby Batera na bateria; Henrique Teixeira na sanfona; e Renato Dias e Sirlene nos vocais de apoio. A interpretação é conduzida por Wellen, que também assina a composição ao lado de João Paulo Santos.



Uma canção para os períodos de espera


Ao falar sobre o impacto que espera provocar no público, Wellen destaca o desejo de alcançar pessoas que estejam passando por momentos difíceis ou enfrentando situações que ainda não conseguem compreender. Para a artista, a música pode funcionar como um lembrete de que a esperança não precisa depender apenas daquilo que se consegue enxergar no presente.


Com “Vai Vendo”, Wellen Carvalho reforça uma proposta musical que aproxima o arrocha de uma mensagem cristã, utilizando a música como instrumento de encorajamento. O single convida o público a manter a confiança durante os processos da vida e a acreditar que, mesmo quando o caminho ainda não está claro, novas perspectivas podem surgir.


Ingrid Vitória grava projeto pela Todah Experience e apresenta o single “Varão de Guerra Chegou”

A cantora Íngrid Vitória. Foto: Todah Experience.


 A cantora Ingrid Vitória apresenta ao público seu mais novo single, "Varão de Guerra Chegou", em um momento marcante de sua trajetória ministerial. A canção, acompanhada de um videoclipe, foi gravada no Todah Experience, um dos principais projetos audiovisuais da Todah Music, reunindo excelência técnica, produção de alto nível e uma atmosfera de intensa adoração.


Ouça aqui: https://onerpm.link/VaraodeGuerraChegou


Mais do que um novo lançamento, o projeto representa a realização de um importante passo na carreira da artista. Gravado ao vivo pela equipe da Todah Experience, o single une uma mensagem de fé, uma interpretação intensa e uma produção que evidencia a força do louvor pentecostal contemporâneo.



Uma canção que declara o Deus que luta pelo Seu povo


De autoria da própria Ingrid Vitória, "Varão de Guerra Chegou" nasceu a partir da certeza de que Deus permanece fiel às Suas promessas e continua pelejando por aqueles que depositam n'Ele a sua confiança.


Inspirada nas Escrituras, a composição apresenta Deus como o poderoso Varão de Guerra, aquele que intervém nas batalhas, concede livramento e conduz Seu povo à vitória mesmo quando as circunstâncias parecem impossíveis.


Segundo a cantora, cada verso foi escrito para lembrar que nenhuma luta é maior do que o poder de Deus e que a esperança permanece viva para aqueles que escolhem confiar no Senhor.


Confira o videoclipe:
https://youtu.be/lIKng-7P0d0?is=BjVPuBmYwUlV1OZ-



Um testemunho transformado em louvor


A mensagem de “Varão de Guerra Chegou” nasceu de um lugar muito especial: a intimidade com Deus. Mais do que uma música, ela carrega experiências vividas por Ingrid em momentos de oração, quando buscava a presença do Senhor e permitia que Ele falasse ao seu coração.


Foi nesse lugar de entrega que Deus começou a colocar a canção dentro dela. A letra não nasceu apenas da inspiração, mas de uma experiência de fé, de oração e de dependência de Deus. Cada palavra carrega aquilo que ela tem aprendido em sua caminhada: que, mesmo quando não entendemos o que Deus está fazendo, podemos confiar nEle.


Para Ingrid, cantar “Varão de Guerra Chegou” é anunciar uma verdade que primeiro tocou o seu próprio coração: Deus continua sendo Deus em todas as circunstâncias, e aqueles que permanecem firmes nEle não estão sozinhos em suas batalhas.

Seu desejo é que, ao ouvir essa canção, cada pessoa seja conduzida a um lugar de fé e esperança, lembrando que Deus fala, Deus sustenta e Deus se revela àqueles que O buscam.


“Varão de Guerra Chegou” não é apenas uma canção que Ingrid canta. É uma canção que nasceu enquanto ela orava, buscava a Deus e se colocava à disposição para ouvir aquilo que Ele queria dizer através dela.




A experiência de gravar pela Todah Experience


A gravação do projeto pela Todah Experience marcou um dos momentos mais especiais da carreira de Ingrid Vitória. Segundo a artista, participar da produção foi uma experiência inesquecível, marcada pelo cuidado da equipe e pela excelência presente em cada etapa do processo.


Ela destaca que foi recebida com carinho desde o primeiro momento e que todo o ambiente contribuiu para fortalecer ainda mais seu chamado ministerial. Além do aprendizado adquirido durante as gravações, Ingrid afirma que viveu momentos de profunda comunhão com Deus.


A emoção também marcou a produção do videoclipe. A cantora relembra que, durante a gravação, sentiu a presença de Deus de forma intensa e teve a convicção de que a mensagem da música já estava sendo ministrada antes mesmo de seu lançamento.



Louvor pentecostal com identidade contemporânea


Musicalmente, "Varão de Guerra Chegou" apresenta uma sonoridade pentecostal de adoração e celebração, marcada por intensidade, energia e declarações de fé. A escolha desse estilo aconteceu justamente por traduzir a força da mensagem e criar um ambiente que desperta a igreja para confiar no agir sobrenatural de Deus.


12 de outubro de 2026

Cristina Mel lança EP infantil “Dia da Criança” pela Labidad Music Gospel

A cantora gospel Cristina Mel. Foto: Divulgação.

A cantora Cristina Mel lançou, no dia 10 de outubro, o EP “Dia da Criança”, um projeto especial dedicado ao público infantil. Disponível pela Labidad Music Gospel, o trabalho reúne sete faixas que combinam música, aprendizado, diversão e valores cristãos, reforçando a dedicação da artista ao ministério infantil. O lançamento chega como um presente da cantora para as crianças, celebrando a infância por meio de canções que educam, divertem e transmitem mensagens positivas.


Ouça aqui: https://labidad.lnk.to/DiaDasCriancas


O EP reúne músicas que Cristina Mel vem apresentando ao público, como “Tira o Pé do Chão”, “Meu Pet Favorito (Orelha)”, “Fábrica de Heróis”, “Autista” e “Em Missão de Amor”, além de “Eu Tenho um Pai” e “Noite de Natal”. A seleção oferece diferentes abordagens do universo infantil, passando por temas do cotidiano, inclusão, fé, família e celebrações especiais.



Música para aprender e se divertir


Mais do que reunir canções, “Dia da Criança” reforça a proposta de Cristina Mel de utilizar a música como ferramenta de aprendizado e formação. Com melodias envolventes e mensagens acessíveis, o projeto busca dialogar com os pequenos de maneira leve, estimulando valores importantes enquanto proporciona momentos de alegria.


Entre os destaques está “Autista”, que aborda a temática da inclusão, ampliando o espaço para conversas sobre respeito às diferenças desde a infância. Já “Meu Pet Favorito (Orelha)” aproxima a música do universo dos animais, enquanto “Fábrica de Heróis” e “Em Missão de Amor” integram o repertório voltado à formação de valores e à expressão da fé cristã.


“Eu acredito que a música tem um papel muito especial na infância. Ela ensina, acolhe, desperta a imaginação e também ajuda a plantar sementes de amor, respeito e fé no coração das crianças. Preparei esse EP com muito carinho, como um presente para elas e suas famílias. Meu desejo é que cada canção leve alegria, aprendizado e a mensagem de que cada criança é preciosa para Deus”, afirma Cristina Mel. 


O repertório também inclui “Noite de Natal”, que amplia a proposta comemorativa do EP e apresenta às crianças uma canção relacionada a uma das celebrações mais tradicionais do calendário cristão. A diversidade temática contribui para que “Dia da Criança” acompanhe diferentes momentos da rotina infantil, em casa, na escola e nas atividades das igrejas.



O legado de Cristina Mel na música infantil cristã


Com uma trajetória reconhecida na música gospel brasileira, Cristina Mel construiu uma relação duradoura com o público infantil, dedicando parte importante de sua carreira à produção de canções para crianças. Seu repertório integra a memória afetiva de diferentes gerações de famílias cristãs, alcançando também o ambiente de escolas bíblicas, igrejas e atividades educativas.


Ao lançar “Dia da Criança”, a cantora reafirma a importância de investir em conteúdos musicais pensados especialmente para os pequenos. O projeto conecta sua experiência ministerial a novas oportunidades de levar mensagens cristãs às crianças, mantendo a música infantil como parte relevante de sua contribuição para o gospel nacional.



João Gabriel participa de projeto musical teen que reúne jovens talentos em gravação gospel

João Gabriel e alunos da escola de música Sonnoru’s. Foto: E.B Produções.


 A música gospel ganha uma proposta voltada ao público adolescente com um novo projeto de covers que reúne o cantor João Gabriel, alunos da escola de música Sonnoru’s e a E.B Produções. A iniciativa, desenvolvida em referência ao Dia das Crianças, reúne quatro jovens nos vocais e três instrumentistas em uma gravação que busca aproximar a nova geração da música por meio de técnica, dedicação e fé.


A ideia surgiu em agosto, a partir da percepção da Sonnoru’s sobre a possibilidade de desenvolver uma gravação profissional envolvendo seus alunos. De acordo com Ezequiel Gomes, produtor responsável pelo projeto e professor de quase todos os integrantes, a parceria com João Gabriel e a E.B Produções permitiu transformar a proposta em uma produção voltada ao público teen. “Queríamos passar o conceito de que essa geração mais nova ainda faz música, com qualidade e técnica”, explica.


João Gabriel, que atualmente tem 15 anos e estuda Técnica Vocal na Sonnoru’s desde os 11, foi escolhido como um dos principais nomes da iniciativa. Segundo Ezequiel, a experiência do adolescente em gravações e sua trajetória musical contribuíram para que ele assumisse uma posição de referência junto aos demais participantes.


Confira no YouTube:

https://youtu.be/FNaYiHMqN88



“Lindo Momento” como escolha


Entre as músicas avaliadas para a gravação, “Lindo Momento”, de Julliany Souza, foi escolhida por dialogar com a proposta do projeto e com o grupo de adolescentes. A canção também já fazia parte da vivência musical de João Gabriel, que afirma se identificar com a mensagem apresentada na composição e costuma interpretá-la em igrejas.


“A música me tocou muito quando comecei a ouvi-la, principalmente pela letra e pelo arranjo. Canto ela em muitos lugares e sempre coloco um pouco da minha identidade nas músicas”, afirma João Gabriel. Para ele, a escolha também levou em consideração o fato de ser uma canção atual no cenário gospel, de fácil compreensão e capaz de dialogar com os participantes.


Na avaliação de Ezequiel, o repertório precisou considerar aspectos como letra, estilo, arranjo e adequação às vozes dos integrantes. O produtor também destaca o trabalho de adaptação realizado durante a preparação. “O maior desafio foi fazer com que ela se encaixasse principalmente nas vozes de todos que cantaram neste projeto”, relata.



Identidade e trabalho coletivo


Além de João Gabriel, participaram dos vocais Sofia Ferreira, Guilherme Alves e Eloá D’Oliveira. A parte instrumental contou com Daniel Acosta, no teclado; João Gabriel Gullo, no violão; e Felipe Rodrigues, no cajon. A proposta foi preservar as características individuais dos participantes sem perder a unidade da gravação.


Para João Gabriel, dividir o projeto com colegas da Sonnoru’s tornou a experiência ainda mais significativa. “Foi muito especial poder cantar ao lado dos meus amigos. São pessoas muito talentosas e que admiro muito”, destaca. Os ensaios, estudos e momentos de gravação também fizeram parte de uma experiência que o adolescente afirma que pretende guardar como uma lembrança importante de sua trajetória.


A construção das versões também buscou equilibrar interpretação pessoal e organização musical. Como professor dos participantes, Ezequiel acompanhou a preparação dos intérpretes e trabalhou os arranjos para que cada voz pudesse apresentar sua identidade. A proximidade entre João Gabriel e os demais jovens também facilitou a dinâmica durante as gravações.



Música como caminho para a juventude


Para além da gravação, o projeto procura apresentar a música como uma possibilidade de desenvolvimento para adolescentes. Na avaliação de Ezequiel, cantar ou tocar um instrumento envolve competências que ultrapassam o talento natural, como disciplina, foco, determinação e comprometimento.


A proposta também deve continuar após a primeira gravação. Segundo o produtor, a iniciativa marca o início de uma sequência de projetos de covers envolvendo João Gabriel e outros jovens talentos da escola. A expectativa é ampliar as parcerias e desenvolver novos conteúdos dentro da mesma proposta.


Ao falar sobre o que espera provocar no público, João Gabriel destaca a dimensão espiritual da música. Para ele, “Lindo Momento” pode transmitir paz e segurança na presença de Deus para diferentes públicos. Aos adolescentes e jovens que acompanham seu trabalho, deixa uma mensagem de perseverança: “Nunca desistam dos seus sonhos e dos propósitos de Deus para vocês”.


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