12 de setembro de 2011

Série “Crepúsculo” vira livro cristão sobre sexo, mulheres e Deus

Não é nenhum segredo que o livro Twilight (Crepúsculo) e a série de filmes se tornou uma loucura no meio das adolescentes, mas em seu novo livro, O Evangelho de Acordo com Twilight: Mulher, Sexo, e Deus, autora Elaine A. Heath olha mais de perto para a teologia da história do vampiro e o impacto negativo que isso pode ter nas jovens mulheres e adolescentes.

Heath, uma professora associada de evangelismo na Perkins School of Theology, da Universidade Metodista do Sul, disse ao The Christian Post que a primeira razão pela qual as jovens adoram Twilight é porque é emocionante.

“Eu acho que ele realmente captura muitas das questões sociais e espirituais e ansiedades de uma geração que se autodescreve como espiritual mas não religiosa”, observou ela.

A franquia do Twilight arrecadou quase US $ 70 milhões nas bilheterias EUA no fim de semana para ambos o primeiro e o terceiro filme da saga, de acordo com o site The Internet Movie Database (IMDb). Em 2009, a segunda parte, “New Moon (Lua Nova)”, trouxe uma quantidade impressionante de aproximadamente $143 milhões.

Apesar de sua popularidade, Heath se preocupa com o que os jovens podem aprender das histórias.

“O aspecto mais alarmante dos livros”, disse ela, “é a violência do gênero sistemático e o gênero estereotipando o que é negativo… especificamente sobre mulheres e raparigas”.

Ela acredita que as caracteríticas femininas principais nas séries são que todas vítimas da violência, mas porque isso é misturado com romance e tentativas de justificação, a violência com as mulheres se torna “normalizada” para a audiência.

“Edward tem muitas características de homens que batem”, observou ela, “e seu comportamento e seu controle (perseguindo, exigindo saber onde ela estava), todas essas coisas diferentes que ele faz para intimidar e controlá-la, as coisas que homens e garotos abusivos fazem para as mulheres”.

O lado bom, há uma série de temas positivos a ser explorada nas séries também.

O tema cristão mais forte que Heath sugeriu, é a reconciliação. No final, o personagem de Bella é capaz de trazer paz entre as espécies de humanos em guerra, vampiros e lobisomes. O tema da salvação está também presente em toda a série.

A família Cullen (Os pais e irmãos de Edward), acrescentou ela, são também um modelo como é uma forte comunidade de fé – eles encorajam um ao outro para fazer o que é certo, sacrifício pelo bem comum, e usar seus dons para proteger um ao outro.

Há também temas mórmons nas novelas, apontou Heath, porque Meyer pertence à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias.

Portanto, há lições boas e ruins para serem aprendidas nas séries, mas a história pode ser usada para abrir um diálogo com gerações mais jovens.

“Eu acho que isso pode ser bem útil em descobrir uma relação não saudável e questões do gênero que estão em nossa cultura”, disse ela. “Da mesma forma isso pode nos ajudar a ter grandiosas conversações espirituais e críticas de problemas sociais em nossa cultura”.

A chave para discutir questões culturais, observou Heath, é ter respeito.

A partir de sua experiência, os fanáticos de Twilight irão “cair em cima” se você falar mal de seu personagem favorito; assim para pais e líderes jovens criarem um diálogo sobre as questões culturais eles precisam abordá-las cuidadosamente e com amor.

Muitas mais questões sociais e teológicas são abordadas no livro de Heath, na qual ela incluiu uma série de questões para ajudar a encorajar o diálogo sobre questões importantes que ela aborda.

O último filme da série Twilight, “Breaking Dawn, Parte Um”, estreia nos teatros em 18 de novembro.

Fonte: The Christian Post | Gospel+

11 de setembro de 2011

9 de setembro de 2011

6 de setembro de 2011

Line Records marca presença no Festival do Milho, em Três Rios (RJ)

Nesta quarta-feira, dia 7/9, a Line Records marca presença no 30º Festival do Milho, que acontece no período de 4 a 7/9, na Avenida Presidente Vargas, nº 525, no Centro de Três Rios, município do Rio de Janeiro. A gravadora será representada pela Turminha da Fé, que sobe ao palco às 15h, e pelos cantores Edu Porto, Adriana Ferreira e Laysa Rocha, cuja apresentação está marcada para às 20h.

Promovido pela Igreja Metodista Central, o Festival do Milho foi criado com o objetivo de patrocinar as ações sociais desenvolvidas pela instituição. O evento, que acontece desde a década de 80 e já faz parte do calendário oficial da Cidade, oferece aos  Trirrienses guloseimas e refeições diversificadas feitas com milho, em um ambiente de harmonia e fraternidade, com música gospel de qualidade.

Se programe e participe! A entrada do Festival do Milho é franca.

Fonte: Coordenação de Marketing Line Records

Frase com nome de Jesus mas com sentido com conotação sexual causa revolta entre cristãos na internet

Mais uma vez um assunto envolvendo religião chegou ao ranking de assuntos mais falados no Twitter no Brasil, na noite da quarta-feira o perfil falso da personagem Cleycianne resolveu pedir aos seus mais de 99 mil seguidores que a ajudassem a colocar as palavras “#JesusPenetrouEmMim” no ranking e foi rapidamente atendida.

Entre apoio e críticas milhares de mensagens com o tópico #JesusPenetrouEmMim foram publicadas, muitas pessoas demoraram para entender o sentido sexual da frase.

“Pensei que essa hastag (#JesusPenetrouEmMim) era no sentido de penetrar no coração e tal, mas tem muita gente postando na malícia #KiVergonha”, escreveu uma jovem.

Muitas pessoas consideraram o tema como uma falta de respeito. “Entrar no twitter e ver uma tag dessa #JesusPenetrouEmMim só me faz ter vergonha de ser brasileira”, escreveu uma usuária do serviço de mensagens.

“Eu entro no twitter e me deparo com isso #JesusPenetrouEmMim que Deus tenha piedade de vocês que se divertem com isso”, escreveu outro.

A campanha da Cleycianne fez sucesso e chegou a ficar na segunda posição no ranking.

Adaptado e corrigido de: Gospelprime

Vereador evangélico afirma que São Paulo faz propaganda por privilégios para gays

O vereador Carlos Apolinário, responsável por criar o projeto de lei do Dia do orgulho Heterossexual, vetado quarta-feira, 31/8, por Kassab, fez duras críticas ao texto do prefeito que exibe suas justificativas ao veto. Para Apolinário, Kassab “exagerou”. O prefeito escreveu uma longa carta dirigida ao presidente da Câmara, vereador Police Neto, em que afirma, entre outras coisas, que o Dia do Orgulho Heterossexual é contrário ao interesse público. Para apolinário, o texto é “um tratado a favor dos gays”.

“Não foi um veto simples. Para poder vetar uma data, foram feitas cinco páginas. Nunca vi isso. Cinco páginas em que é realizada toda uma defesa não só do gay, mas do homossexualismo (sic), dos programas de governo a favor dos gays. É um veto que gera uma propaganda de tudo aquilo que combato, que são os privilégios para os homossexuais. O prefeito poderia vetar a data, dizendo que não é importante, que pode gerar algum ato de homofobia. Só isso. Mas ele fez um tratado a favor do gays – disse ele em entrevista ao Jornal do Brasil.

Kassab escreveu no texto a lei contraria o interesse público. Apolinário discorda: “mas qual interesse público? Como a gente interpreta “contrário ao interesse público”? Você tem aqui, na Câmara, o dia, por exemplo, do anão. Ele é a favor ou contrário ao interesse público? O dia da pizza, que o prefeito sancionou no ano passado. É favorável ou contrário ao interesse público? Se você entrar no site da Folha de S. Paulo vai ver uma pesquisa que diz: 53% das pessoas são favoráveis ao “Dia do Orgulho Hétero” e 47% são contrárias. O que é interesse público: 43 ou 57%? O prefeito foi vago”.

O vereador também atacou o trecho do texto em Kassab diz que o Dia do Orgulho hétero não pode ser entendido como um dia de defesa da moral e dos bons constumes _como previa o texto de Apolinário_ já que isso ligaria os “bons costumes” como sendo algo exclusivo dos heterossexuais: “quer dizer que a moral e os bons costumes passaram a ser uma coisa errada? O que é moral e bons costumes na concepção da data? Eu não estou falando de gay, estou falando do dia do hétero e dizendo que nesse dia o prefeito deveria fazer propaganda da moral e dos bons costumes. Não estou mandando falar mal do gay. Moral e bons costumes são para todas as pessoas, inclusive homossexuais. Quando eu falo em zelar pelos bons costumes, eu me refiro àquilo que é feito em público. Seja hétero ou gay”, disse Apolinário.

“Quando fale dos gays, nunca me referi ao ato que ele pratica com o companheiro dele. Eu falo dos privilégios. Aí, eu cito a (Avenida) Paulista, eu cito a questão das camisinhas e do gel que foram distribuídos e os excessos, como exemplo, um beijaço que foi feito num restaurante. Mesmo que o dono do restaurante tivesse sido homofóbico, eles deveriam processar o dono, tomar as medidas judiciais cabíveis. Você está dentro do restaurante com sua família, aí, entrarm 20 casais, mesmo que fossem héteros, e ficam se beijando. Como você se sente? Se sente mal. E se você vir duas pessoas do mesmo sexo, o que a sociedade ainda não se acostumou, isso claro, chama muito mais a atenção. A gente não pode ser hipócrita. É desagradável ver hétero se excedendo, mas é mais desagradável ver dois homens e duas mulheres se beijando.Vai chegar um dia, eu não tenho nenhuma dúvida, que veremos dois homens ou duas mulheres se beijando e ninguém vai sentir isso como agressão ou ato exagerado. Mas isso é uma conquista.”

Fonte: MixBrasil

Você sabia? Famoso time do Barcelona foi fundado por Cristão protestante

O famoso clube Barcelona e um dos maiores na história do futebol mundial, foi fundado pelo um suíço cristão protestante ‘JoanGamper’, que juntamente com seus colegas na mesma condição de crença resolveram criar um clube para praticar o esporte, pois os Catalã de sua época discriminavam os estrangeiros protestantes, por este motivo eles não teriam apoio para encontrar um lugar onde pudessem jogar.

No ano de 1898, Joan Gamper mudou-se para Barcelona a procura de trabalho, onde começou uma carreira como repórter esportivo para dois jornais suíços e logo começou a freqüentar a Comunidade Evangélica da Suíça que se reunia juntamente a Igreja Evangélica Luterana. Neste tempo ele conheceu um grupo de jovens moradores do bairro de Sant Gervazi, que gostavam de jogar futebol na rua e dentre os colegas da igreja Metodista, e descobriu junto aos irmãos Witty e Parsons a oportuindade de parceiros para jogar uma partida – o que faziam todas as noites, depois do horário de expediente.

Durante sua permanecia de um ano em Barcelona, as noites de partidas de futebol foram freqüentes em sua rotina, até que ele retornou a Suíça, levando com ele 36 jovens irmãos da mesma fé com o objetivo de formarem um clube de futebol. O trampolim para o salto que juntos dariam foi o ginásio Soler, onde se encontravam para a prática dos mais diversos esportes. Não demorou muito, para que a disposição dos moços cristãos os levasse a tornar reais o sonho planejado junto, então nasceu o clube Barcelona, que recebeu o nome em homenagem a cidade onde tudo começou.

Joan Gamper nasceu em 22 de novembro de 1877 – Winterthur, Suíça – e perdeu a mãe no parto de sua irmã Fritz, ainda quando ele era apenas uma criança, foi quando seu pai – Augusto Gamper – resolveu tornar com os filhos para Zurique cidade de onde vieram. Quando jovem, talvez pela falta de uma estabilidade familiar, Joan encontrou no esporte uma forma de amenizar esta falta. No final do século XIX se mostrou um excelente desportista e recebeu uma espécie de graduação desportista da época, que era um pequeno chapéu. Dentre os vários esportes que Gamper praticou, o que mais gostava sempre foi o futebol, o que é nítido perceber ao analisar sua história, pois foi onde mais se destacou durante toda sua jornada.

Joan Gamper - Fundador do 'Barcelona F. C.'
Fonte: Gospel+

Autor cristão do livro “A Cabana”, Willian Paul Young, está no Brasil para participar da Bienal do Livro

O escritor canadense Willian Paul Young, autor do livro “A Cabana”, participará nos dias 7 e 9 de setembro de debates na 15ª edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

A Bienal do Livro foi aberta no Rio e irá receber em seu espaço “Encontro com Autores” além do canadense Willian Paul Young, 120 autores nacionais e 22 estrangeiros.

O desempenho de vendas alcançado pela obra pode ser considerado excepcional. O autor conseguiu atingir a venda de 10 milhões de exemplares nos EUA e 3 milhões no Brasil com seu único livro publicado.

Para fins de comparação a vendagem do best seller Harry Potter alcançou 3,6 milhões de cópias em uma década na sequência de sete livros da saga.

“Espiritualidade profunda dos brasileiros”. Esse é o motivo apontado por Young para a expressiva vendagem no País de seu único livro.

Filho de missionários e ex-seminarista, Young conta que escreveu o livro depois de 11 anos de um processo de cura, quando aprendeu a lidar com situações que causaram profundo impacto em sua vida: o abuso sexual num colégio cristão, a morte de parentes, o caso com uma amiga de sua mulher.

Hoje o escritor está desvinculado de qualquer religião formal. Ele escreveu “A Cabana” a pedido de sua esposa, como presente de Natal a seus filhos. Deu algumas cópias a amigos, e dois deles criaram uma editora para publicá-lo.

Em entrevista concedida ao site Folha.com, Young diz que não tem medo do passado. “A jornada para curar meu coração já havia acontecido antes do livro, então nada do que é importante para mim mudou”.

“Parte do processo de cura é não ter mais segredos. No livro, Mackenzie passa um fim de semana na cabana, e esse período representa 11 anos da minha vida. Nessa fase, ela virou algo aberto, não tenho segredos. Tenho uma história complicada, machuquei pessoas, falhei. Não sou mais quem eu era”, diz.

Sobre o sucesso editorial de “A Cabana”, diz: “agora, posso fazer coisas que não podia, como comprar uma casa, porque tenho dinheiro. Mas o que importa, as relações com amigos, família, Deus, nada disso mudou”.

A organização da Bienal do Livro espera receber a visita de 600 mil pessoas e o lançamento de mil novos títulos, além de faturar cerca de R$ 50 milhões com novos negócios.

Fonte: The Christian Post