21 de julho de 2010

Cantor gospel é preso por se masturbar em ônibus público

O cantor de música gospel, Paulo Gontijo, 45, anos natural de Goiânia (GO) foi detido e apresentado pela Polícia Militar na Delegacia de Polícia Civil de Ouro Preto, após ser denunciado por prática de atos obscenos dentro de um ônibus de linha interestadual, ao lado de uma passageira, autora da denuncia. Paulo Gontijo viajava de Cacoal para Ouro Preto e depois seguiria para a cidade de Urupá onde faria uma apresentação no final de semana. Ele assinou um Termo Circunstanciado (TC) e responderá o inquérito em liberdade.

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De acordo com as informações, Paulo Gontijo estaria realizando uma turnê no Estado, em igrejas evangélicas. Ele embarcou em Cacoal na manhã de domingo com destino a Ouro Preto, e posteriormente seguiria para a cidade de Urupá onde teria uma apresentação no período da noite.

Conforme teria relatado á passageira, que não teve o nome evelado, Paulo Gontijo entrou no ônibus sentando na poltrona ao seu lado. A viagem transcorria normalmente até que se aproximando de Ouro Preto, Paulo passou a ter uma atitude inusitada, abrindo o zíper da calça, passando a se masturbar, deixando a passageira constrangida.

Revoltada a mulher decidiu ligar para a Central de Operações da Polícia Militar (190), relatando o fato, tendo Paulo Gontijo sido detido pela guarnição composta pelos policiais, Resende e Ronilson na estação rodoviária e conduzido para a delegacia de Polícia Civil para tentar se explicar de suas atitudes inconvenientes.

Longe da esposa e filhos

Na delegacia, Paulo Gontijo disse que já canta musicas gospel há 17 anos, com cinco CDs gravados, e seria membro das igrejas, Assembléia de Deus Madureira na cidade de Goiânia. Para a reportagem ele justificou o seu ato afirmando que se encobriu usando o seu paletó para não ser percebido. Ele demonstrou arrependimento dizendo que foi dominado pelas “forças do mal”, lembrando ainda estar a 20 dias longe da esposa e das duas filhas menores de idade.

O cantor assinou Termo Circunstanciado (TC) devendo responder o inquérito com base no Art. 233 do Código Penal Brasileiro (CPB). Caso condenado á pena poderá ser de três meses a um ano de prisão ou multa.

Fonte: Diário da Amazonia / Gospel+

20 de julho de 2010

Nova tecnologia que carrega pilhas por meio da vibração, é só chacoalhar e usar!

Certamente você já passou pela situação de, no pior momento possível, a pilha do seu equipamento acabar. Nessa hora, qualquer mandinga vale: colocar as ditas cujas no congelador, trocar de posição e até mesmo xingar a danada para ver se o aparelho retorna dos mortos, nem que por alguns instantes.

Mas, como se sabe, nenhuma das estratégias resolve o problema. A solução é passar em um supermercado mais perto (quando estes existem ao redor – você pode estar no meio do mato acampando quando a tragédia acontece) e comprar novas pilhas para seu dispositivo.

Com o advento das pilhas recarregáveis, a vida ficou muito mais fácil e certamente menos poluente, uma vez agora você carrega a bateria conectando-a a uma fonte de energia. Entretanto, ainda é preciso encontrar a tomada mais próxima para dar conta do recado.

A evolução de uma ideia sustentável

Para resolver o problema da falta de pilhas, a empresa estadunidense Brother Industries desenvolveu a chamada Vibration-powered Generating Battery, que nada mais é do que uma bateria recarregável por meio de vibração.

A  pilha que recarrega com vibração

Fonte: Broher Industries

Ao colocar a bateria em um controle remoto, você pode utilizá-la normalmente. Quando percebe que a bateria está no final, basta chacoalhar o dispositivo, que ela será carregada. Com isso você terá pilhas em qualquer situação, sem a necessidade de outras fontes de energia externas, seja a tomada ou o mercado da esquina.

A ideia é diminuir cada vez mais a necessidade de trocar a bateria, seja do seu controle remoto, lanterna ou controles de videogames. Com isso você reduz a produção de lixo e o gasto com as pequenas fontes de energia indispensáveis no dia a dia na conta do final do mês.

Protótipo e suas partes

O protótipo é feito de duas partes, que são utilizadas para induzir as cargas a serem recarregadas apenas com o “chacoalhão” ocasional: de um lado, o gerador eletromagnético, capaz de distribuir a energia para o controle remoto ou outro dispositivo. Em outro, um capacitor (como em “De Volta para o Futuro”) de dupla camada com capacitância de 500 mF, que armazena a carga induzida.

Ligados por um fio, a Vibration-powered Generating Battery ocupa os dois espaços do seu dispositivo e consegue produzir energia que equivale de 10 a 180 mW de potência. Isso quer dizer que elas não podem ser usadas em dispositivos que consumam no máximo 100 mW.

Para se ter uma ideia, um controle remoto para TV consome uma média de 40 a 100 mW, no limite de uso da bateria recarregável. Com isso, a utilidade pode ser percebida em dispositivos mais simples, como controles remotos, lanternas de LED e outros.

As  duas partes da bateria recarregável por movimentos

Fonte: Broher Industries

Até quando esperar?

O protótipo será apresentado entre os dias 21 e 23 de julho na Tecno-Frontier 2010, em Tóquio (Japão). A empresa planeja demonstrar a ideia em um controle remoto de TV, em um controle remoto para equipamentos de luz e em uma lanterna LED, de forma a comprovar a eficácia e a usabilidade do protótipo.

Não há nenhuma notícia de datas de lançamento da Vibration-powered Generating Battery para o usuário final. Portanto, você ainda vai precisar do carregador de baterias ou de novas pilhas por algum tempo antes de poder apenas mexer o bíceps a fim de funcionar o controle da TV por mais tempo!

Enquanto isso, não adiante espernear e mandar o controle pelos ares quando acabar as pilhas. Diferente dos dispositivos com a bateria aqui apresentada, o “lançamento de controle” não vai melhorar o desempenho dele e nem recuperar a pilha que acabou, OK?! Quem sabe quando as pilhas já estiverem disponíveis no mercado

Fonte: Baixaki

Line Records lança coletânea para o Canta América 2010

Dando continuidade à parceria firmada em 2009, com o presidente do Canta América, pastor Osiel Dias, a Line Records preparou uma coletânea comemorativa que promete alavancar ainda mais o sucesso da quarta edição do evento. O álbum reúne o melhor do gospel nacional em 12 faixas interpretadas por Robinson Monteiro, Soraya Moraes, Mara Maravilha, Regis Danese, Jamily, entre outros.

O projeto ainda conta com a participação do brasileiro Fabiano Portugal, com “Meu Destino”, e do grupo Vofsi Ministry, interpretando a música tema do festival e a canção “Creio em Ti”. Além de hits como “Conquistando o Impossível”, “Compromisso”, “Tudo é do Pai” e “Um Novo Tempo”, outros destaques do repertório são o clássico “Sonda-me” e os sucessos “Leão e Cordeiro”, “O Céu Vai Se Abrir”, “Noiva Adornada e Pronta” e “Propriedade de Ti”.

Canta América

Criado em 2007, com o nome de Canta Flórida, o evento é considerado a maior celebração da música gospel brasileira nos Estados Unidos. Em sua primeira edição, reuniu mais de três mil pessoas no auditório da Florida Atlantic University (FAU). A Line Records marcou presença a partir de 2008, com o lançamento dos álbuns “Alcanzar Tu Corazón” (Cristina Mel) e “Tengo Sed de Ti” (Soraya Moraes).

Em 2009, a gravadora estreitou a parceria com a presidência do evento e foi representada pelos cantores Robinson Monteiro, Mara Maravilha e Sula Miranda. Já na edição deste ano, que acontece no dia 21/8, em Boston (EUA), a Line Records investe na divulgação de Regis Danese, Soraya Moraes e Robinson Monteiro.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo site www.cantaamerica.com, pelo telefone +1 954 687 4023 ou pelo e-mail pastorosieldias@hotmail.com

Fonte: Assessoria de Imprensa Line Records

Twitter: @Line_Records / @AlessandraLemos

Thalles Roberto na Comunidade Logos

Momentos de Louvor e Adoração que não iremos esquecer. A alegria do Senhor que nos rodeava ao som do querido Thalles Roberto que com suas canções levou toda a comunidade celebrar ao Senhor com júbilos, danças e a manifestação do Espírito de Deus! Também pudemos apreciar lindos momentos de reconciliação com o Pai, quebrantamento espiritual e tudo o que Deus havia preparado para aquele momento. Realmente podemos dizer que estar alí foi uma bênção! Uma coisa super enteressante e que a banda que tocava com o Thalles era inteira da Comunidade Logos. Eles sabiam todas as canções. Isso sim é que é servir ao Senhor com qualidade! Confira um pouco dos momentos extraordinários dessa festa de Louvor e Adoração!



Por: Karlos Vinicius
Mix Gospel - Jornalismo Cristão
www.mixgospelblog.blogspot.com

Jorginho, do Atletas de Cristo, afirma: “Sou cristão, não sou bandido, as pessoas têm de me respeitar”

Homem de confiança do técnico Dunga, com quem conquistou o Mundial de 1994, nos EUA, Jorginho também foi alvo de polêmicas durante a Copa da África do Sul e teve sua imagem associada ao fracasso da seleção brasileira. Duas semanas após a eliminação do time nas quartas de final, o ex-auxiliar ainda não conseguiu digerir a derrota para a Holanda por 2 a 1 e o fim precoce de um projeto iniciado em agosto de 2006.
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Nesta entrevista ao Estado, por telefone, ele declarou que vai levar tempo para se recuperar do baque. Firme em suas convicções, Jorginho pediu respeito à sua opção religiosa e fez um desabafo: “Eu sou cristão, não sou bandido. Eu quero que minha fé seja respeitada. Vivemos num País com liberdade religiosa. As pessoas têm de me respeitar.”

A sua contrariedade se deve, em parte, à reclamação do observador técnico Jairo dos Santos, duas vezes campeão mundial com o Brasil, ao blog do jornalista Juca Kfouri, de que foi substituído na seleção “por alguém com muita experiência evangélica” e membro da igreja de Jorginho. Ele se referia a Marcelo Cabo, olheiro da equipe no Mundial.

“Ele (Cabo) esteve lá, porque é competente e não porque é cristão. A escolha foi minha, mas a palavra final foi do Dunga. Não tomei nenhuma decisão sem a autorização do Dunga”, comentou o ex-lateral-direito da seleção tetracampeã mundial em 94. “Se a gente ganhasse, não haveria nada disso. O Jairo (dos Santos) não apareceria e não haveria tanta contestação.” Jorginho também não gostou nada de ser apontado por pessoas ligadas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como o mentor de quase tudo o que ocorreu de errado na concentração da seleção na África do Sul. “Nesse momento, sempre vão buscar um culpado. Eu ser o mentor de qualquer coisa é um desrespeito comigo e com o Dunga, que é um líder nato.”

Depois do desembarque tumultuado no Rio – vindo de Johannesburgo -, em que foi hostilizado e deixou o Aeroporto Internacional Tom Jobim escoltado por policiais militares, Jorginho descansa ao lado dos familiares e pretende, em breve, voltar a trabalhar como técnico. Ele exerceu a função com sucesso em 2006 pelo América-RJ – levou o time à final da Taça Guanabara (primeiro turno do Campeonato Carioca). “Ficamos tristes (com a eliminação da seleção na Copa), mas temos de superar isso.” A seguir, os principais trechos da entrevista.

Como têm sido os últimos dias? Você procurou se desligar do futebol para descansar um pouco?
Está tudo tranquilo, estou levando a vida naturalmente. Ficamos tristes, mas temos de superar isso.

Já absorveu a eliminação para a Holanda na Copa?
Vai levar tempo. As lembranças ainda martelam a cabeça. Aquela derrota, logicamente, doeu. Não tem como esquecê-la tão rapidamente.

Antes de ser chamado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), você teve ótima passagem pelo América-RJ como técnico. Seu objetivo é retomar a carreira?
Sou treinador, mas aceitei ser auxiliar técnico, porque Copa do Mundo e a seleção brasileira são prioridades, e aí eu tive de dar uma pausa. Mas agora vou recomeçar. A experiência na seleção foi maravilhosa, muito boa, acrescentou muito na minha vida pessoal e profissional. Sem dúvida, aprendi bastante.

O que de mais positivo ficou desses quatro anos em que se dedicou à seleção?
O trabalho foi bem feito. Houve planejamento, tudo muito bem pensado. Toda a ação tem uma reação. Estou falando contigo, você vai escrever, vai editar e as pessoas vão interpretar de forma diferente. Ganhar uma Copa do Mundo não é tão simples. Acidentes acontecem. Tínhamos convicção de que estávamos no caminho certo, fizemos um excelente primeiro tempo contra a Holanda, mas perdemos. Um típico acidente de futebol.

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, disse em entrevista, após a eliminação do Brasil, que não se pode mudar a rota de um avião no meio do Oceano Atlântico. Ele se referia à comissão técnica que formou em 2006. Como você interpreta essa declaração?
Só tenho de agradecer a ele a oportunidade. Não tenho nada a falar contra ele, nem um “ai”. Foram quatro anos de seleção, uma experiência incrível que me fez crescer como treinador e como homem. Nos momentos mais difíceis, o presidente esteve do nosso lado. Na época em que estávamos em quarto nas Eliminatórias e fomos bronze nos Jogos de Pequim, em 2008, a pressão era grande e ele poderia ter trocado a gente, mas nos manteve. Não guardo mágoa nenhuma. Aliás, ingratidão é uma coisa triste. Sou grato ao Dunga e ao Ricardo.

Mesmo sendo demitido por e-mail pelo site da CBF?
Não tenho do que reclamar. A nossa cultura é de mudar (o técnico). O presidente (Ricardo Teixeira) nunca repetiu (o treinador depois de uma Copa do Mundo).

O observador técnico Jairo dos Santos, duas vezes campeão mundial com a seleção, reclamou publicamente que você preferiu substituí-lo “por alguém com muita experiência evangélica e membro de sua igreja”. Ele se referia a Marcelo Cabo, olheiro do Brasil na Copa da África. Como você reagiu a isso?
Jairo é um grande profissional, tem as qualidades dele. Mas queríamos um relatório (dos jogos) mais simples. Não sou teórico, sou prático. Precisávamos de alguém para discutir as partidas, que tivesse uma excelente visão de jogo. O Jairo fazia relatório de 50 páginas. O Dunga me dizia: “Não aguento mais esse relatório enorme. Não dá.” Soube que antigos treinadores da seleção jogavam o relatório dele fora.

Marcelo Cabo só trabalhou em clubes de pouca expressão e atuou como auxiliar técnico de Marcelo Paquetá na seleção da Arábia Saudita, em 2002. O que o credenciou a trabalhar na seleção?

Ele esteve lá porque é competente e não porque é cristão. A escolha foi minha, mas a palavra final foi do Dunga. Não tomei nenhuma decisão sem a autorização do Dunga. Quando a gente perde, é fácil atacar as pessoas. Eu sou cristão, não sou bandido. Eu quero que minha fé seja respeitada. Vivemos num País com liberdade religiosa. As pessoas têm de me respeitar. Sou um homem de palavra, de caráter.

Como era sua participação nos encontros religiosos na concentração da seleção?
Não participei de nenhuma reunião cristã na África do Sul. Na época de atleta, era diferente. Eu fazia parte, mas como auxiliar técnico, não misturava as coisas.

Você foi apontado por pessoas ligadas à CBF como o mentor de quase tudo o que ocorreu de errado na concentração do time na África do Sul?
Nesse momento, sempre vão buscar um culpado. Quem me conhece, sabe do meu caráter. Eu ser mentor de qualquer coisa é um desrespeito comigo e com o Dunga, que é um líder nato. Sou apaziguador, não sou de tumultuar. Se a gente ganhasse, não haveria nada disso. O Jairo (dos Santos) não apareceria e não haveria tanta contestação. Auxiliar técnico ser mentor é complicado. Tem alguém que quer me prejudicar para soltar uma notícia dessa.

Apesar de defensor da proibição das visitas familiares, você foi um dos primeiros a levar esposa e filhos para o Mundial. Alguns jogadores teriam se sentido traídos. O que diz sobre isso?

Não proibimos ninguém de levar família para lá. A CBF não tinha condições de dar assistência aos parentes (de todos da delegação) e aconselhou, até pelas notícias de violência vindas de lá, que cada um cuidasse dos seus familiares. Não fui o único a agir assim. O Robinho, o médico José Luiz Runco, o chefe de imprensa Rodrigo Paiva, enfim, vários do grupo levaram parentes e tudo caiu só em mim. Sempre tem de ter um culpado.

QUEM É JORGINHO?
Estreou como profissional no América-RJ, em 1983, e no ano seguinte foi para o Flamengo, onde jogou até 1989. Atuou no futebol alemão e japonês antes de voltar para o Brasil e defender o São Paulo, o Vasco e o Fluminense. Como jogador, fez 68 partidas pela seleção, entre 1987 e 1995. Como treinador, só comandou o América-RJ, além de ter sido auxiliar de Dunga na seleção na Copa América de 2007, na Olimpíada de 2008, na Copa das Confederações e na Copa da África.

Fonte: Estadão / Gospel+

Refrigerante Jesus ganha maior prêmio de design do mundo

Uma anedota maranhense afirma que, no Estado, o primeiro significado da palavra Jesus é um refrigerante. A brincadeira reflete um fenômeno que começou local, tornou-se famoso no Brasil e agora se apresenta ao mundo: o guaraná Jesus, segundo refrigerante mais consumido no Maranhão (atrás apenas da líder global Coca-Cola).
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A folclórica bebida cor-de-rosa ganhou a medalha de ouro de melhor estratégia de marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design, o Idea, a maior premiação mundial de design. A campanha vencedora ocorreu no fim de 2008 para renovar o visual da lata. A tarefa não era simples, já que a bebida angariou, ao longo de décadas, fãs entusiasmados.

O guaraná Jesus, criado em 1920, enraizou-se no gosto maranhense. Com pouquíssima propaganda, tornou-se quase um símbolo cultural do Estado. Ele deu origem a um subsegmento, o guaraná rosado, comum também no Piauí e Pará. Turistas chegam a levar estoque do refrigerante para seus estados/países. Até agências de viagem usam a bebida, alinhada com o folclore, como forma de atrair os turistas para o estado. Reza a lenda que a bebida não saiu do Maranhão por questões jurídicas. Quando a fórmula foi vendida para a filial maranhense da Coca-Cola, havia uma cláusula que impedia que a bebida fosse comercializada fora do estado por questões de família.

Nos últimos anos, seu nome engraçado e sua cor fascinante ganharam simpatia Brasil afora. Há centenas de comunidades bem-humoradas a seu respeito no Facebook e no Orkut. Vídeos no YouTube brincam com o refrigerante em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Curitiba e outras cidades espalhadas pelo país – o tipo de tratamento espontâneo e alegre que empresas gastam milhões para conseguir. Há muito mais gente que fala sobre a bebida do que gente que já experimentou mesmo seu sabor muito doce, com traços de cravo e canela (a fórmula exata tem uma aura de mistério), mas os apreciadores reais não só existem, como se organizam para “importar” as latinhas do Maranhão. Por isso, renovar a lata sem incomodar os fãs seria um trabalho delicado. “Em marcas que são ícones, como o Jesus é no Maranhão, o desafio é manter a ligação emocional com os consumidores”, diz Leonardo Lanzetta, diretor executivo da agência de publicidade Dia, que montou a estratégia de marketing premiada. Em outras palavras: uma mudança desastrada faria com que o bebedor de Jesus não reconhecesse mais o produto que lembra sua infância, adolescência e tempos felizes.

Os publicitários fizeram uma campanha estadual com três propostas de novos desenhos para a lata e pediram votos dos fãs. Usaram a internet e mensagens por celular. Três pessoas fantasiadas de latinha – uma de cada opção – passearam por São Luís, brincaram com os passantes, visitaram colégios e entraram em casamentos, sempre recebidas com festa. O modelo vencedor lembra outro símbolo do Estado, os azulejos coloniais portugueses de São Luís. A Coca-Cola, que havia comprado a marca em 2001, esperou para fazer mudanças sem quebrar a ligação nostálgica dos bebedores com Jesus. “Foi um grande mérito da campanha. Os consumidores sentiram que a marca pertence a eles, e não à Coca-Cola”, afirma Júlio Moreira, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e especialista em marcas. Desde a campanha, as vendas do refrigerante cresceram 17%, segundo a consultoria Nielsen.

O resultado certamente teria agradado ao criador da bebida, o farmacêutico Jesus Norberto Gomes – que era ateu, foi excomungado e morreu em 1963. O guaraná resultou de uma tentativa frustrada de fabricar um remédio. Deu errado, mas os netos do farmacêutico adoraram o xarope.

Fonte: Época / Gospel+
Via: O Galileo

Líder ateista satiriza o Cristianismo e “desbatiza” seguidores usando um secador de cabelo

Um líder ateísta “desbatizou” dezenas de seguidores não crentes usando no ritual um secador de cabelo. Com o aparelho, simbolicamente, ele retirou toda a água lançada na cabeça durante o batismo tradicional. A cerimônia “desreligiosa” foi exibida no popular programa “Nightline”, da rede ABC, nos EUA.
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Edwin Kagin, responsável pelo “desbatismo”, disse acreditar que os pais cometem um grande erro ao deixar as crianças serem batizadas sem que elas tenham idade para entender o que está se passando. O líder ateísta, criado em família presbiteriana, chega a afirmar que alguns casos de educação religiosa deveriam ser punidos por “abuso infantil”. Ele classifica a sua “anticruzada” como uma “guerra civil religiosa americana”. Formado em Direito, ele percorre os EUA defendendo suas ideias.

“Fui batizada como católica, mas não me lembro de nada. Minha mãe diz que eu gritava muito. Então você pode perceber que mesmo bem nova eu não queria ser batizada. Não é justo. Eu nasci ateia e me forçaram a ser católica”, afirmou Cambridge Boxterman, de 24 anos, que ganhou de Kagin uma “certidão de desbatismo” em Newark.

Ironicamente, um dos filhos de Kagin se tornou um sacerdote cristão fundamentalista depois de ter tido, segundo ele, uma “revelação de Jesus Cristo”.

Fonte: ABC / Gospel+