20 de julho de 2010

Line Records lança coletânea para o Canta América 2010

Dando continuidade à parceria firmada em 2009, com o presidente do Canta América, pastor Osiel Dias, a Line Records preparou uma coletânea comemorativa que promete alavancar ainda mais o sucesso da quarta edição do evento. O álbum reúne o melhor do gospel nacional em 12 faixas interpretadas por Robinson Monteiro, Soraya Moraes, Mara Maravilha, Regis Danese, Jamily, entre outros.

O projeto ainda conta com a participação do brasileiro Fabiano Portugal, com “Meu Destino”, e do grupo Vofsi Ministry, interpretando a música tema do festival e a canção “Creio em Ti”. Além de hits como “Conquistando o Impossível”, “Compromisso”, “Tudo é do Pai” e “Um Novo Tempo”, outros destaques do repertório são o clássico “Sonda-me” e os sucessos “Leão e Cordeiro”, “O Céu Vai Se Abrir”, “Noiva Adornada e Pronta” e “Propriedade de Ti”.

Canta América

Criado em 2007, com o nome de Canta Flórida, o evento é considerado a maior celebração da música gospel brasileira nos Estados Unidos. Em sua primeira edição, reuniu mais de três mil pessoas no auditório da Florida Atlantic University (FAU). A Line Records marcou presença a partir de 2008, com o lançamento dos álbuns “Alcanzar Tu Corazón” (Cristina Mel) e “Tengo Sed de Ti” (Soraya Moraes).

Em 2009, a gravadora estreitou a parceria com a presidência do evento e foi representada pelos cantores Robinson Monteiro, Mara Maravilha e Sula Miranda. Já na edição deste ano, que acontece no dia 21/8, em Boston (EUA), a Line Records investe na divulgação de Regis Danese, Soraya Moraes e Robinson Monteiro.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo site www.cantaamerica.com, pelo telefone +1 954 687 4023 ou pelo e-mail pastorosieldias@hotmail.com

Fonte: Assessoria de Imprensa Line Records

Twitter: @Line_Records / @AlessandraLemos

Thalles Roberto na Comunidade Logos

Momentos de Louvor e Adoração que não iremos esquecer. A alegria do Senhor que nos rodeava ao som do querido Thalles Roberto que com suas canções levou toda a comunidade celebrar ao Senhor com júbilos, danças e a manifestação do Espírito de Deus! Também pudemos apreciar lindos momentos de reconciliação com o Pai, quebrantamento espiritual e tudo o que Deus havia preparado para aquele momento. Realmente podemos dizer que estar alí foi uma bênção! Uma coisa super enteressante e que a banda que tocava com o Thalles era inteira da Comunidade Logos. Eles sabiam todas as canções. Isso sim é que é servir ao Senhor com qualidade! Confira um pouco dos momentos extraordinários dessa festa de Louvor e Adoração!



Por: Karlos Vinicius
Mix Gospel - Jornalismo Cristão
www.mixgospelblog.blogspot.com

Jorginho, do Atletas de Cristo, afirma: “Sou cristão, não sou bandido, as pessoas têm de me respeitar”

Homem de confiança do técnico Dunga, com quem conquistou o Mundial de 1994, nos EUA, Jorginho também foi alvo de polêmicas durante a Copa da África do Sul e teve sua imagem associada ao fracasso da seleção brasileira. Duas semanas após a eliminação do time nas quartas de final, o ex-auxiliar ainda não conseguiu digerir a derrota para a Holanda por 2 a 1 e o fim precoce de um projeto iniciado em agosto de 2006.
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Nesta entrevista ao Estado, por telefone, ele declarou que vai levar tempo para se recuperar do baque. Firme em suas convicções, Jorginho pediu respeito à sua opção religiosa e fez um desabafo: “Eu sou cristão, não sou bandido. Eu quero que minha fé seja respeitada. Vivemos num País com liberdade religiosa. As pessoas têm de me respeitar.”

A sua contrariedade se deve, em parte, à reclamação do observador técnico Jairo dos Santos, duas vezes campeão mundial com o Brasil, ao blog do jornalista Juca Kfouri, de que foi substituído na seleção “por alguém com muita experiência evangélica” e membro da igreja de Jorginho. Ele se referia a Marcelo Cabo, olheiro da equipe no Mundial.

“Ele (Cabo) esteve lá, porque é competente e não porque é cristão. A escolha foi minha, mas a palavra final foi do Dunga. Não tomei nenhuma decisão sem a autorização do Dunga”, comentou o ex-lateral-direito da seleção tetracampeã mundial em 94. “Se a gente ganhasse, não haveria nada disso. O Jairo (dos Santos) não apareceria e não haveria tanta contestação.” Jorginho também não gostou nada de ser apontado por pessoas ligadas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como o mentor de quase tudo o que ocorreu de errado na concentração da seleção na África do Sul. “Nesse momento, sempre vão buscar um culpado. Eu ser o mentor de qualquer coisa é um desrespeito comigo e com o Dunga, que é um líder nato.”

Depois do desembarque tumultuado no Rio – vindo de Johannesburgo -, em que foi hostilizado e deixou o Aeroporto Internacional Tom Jobim escoltado por policiais militares, Jorginho descansa ao lado dos familiares e pretende, em breve, voltar a trabalhar como técnico. Ele exerceu a função com sucesso em 2006 pelo América-RJ – levou o time à final da Taça Guanabara (primeiro turno do Campeonato Carioca). “Ficamos tristes (com a eliminação da seleção na Copa), mas temos de superar isso.” A seguir, os principais trechos da entrevista.

Como têm sido os últimos dias? Você procurou se desligar do futebol para descansar um pouco?
Está tudo tranquilo, estou levando a vida naturalmente. Ficamos tristes, mas temos de superar isso.

Já absorveu a eliminação para a Holanda na Copa?
Vai levar tempo. As lembranças ainda martelam a cabeça. Aquela derrota, logicamente, doeu. Não tem como esquecê-la tão rapidamente.

Antes de ser chamado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), você teve ótima passagem pelo América-RJ como técnico. Seu objetivo é retomar a carreira?
Sou treinador, mas aceitei ser auxiliar técnico, porque Copa do Mundo e a seleção brasileira são prioridades, e aí eu tive de dar uma pausa. Mas agora vou recomeçar. A experiência na seleção foi maravilhosa, muito boa, acrescentou muito na minha vida pessoal e profissional. Sem dúvida, aprendi bastante.

O que de mais positivo ficou desses quatro anos em que se dedicou à seleção?
O trabalho foi bem feito. Houve planejamento, tudo muito bem pensado. Toda a ação tem uma reação. Estou falando contigo, você vai escrever, vai editar e as pessoas vão interpretar de forma diferente. Ganhar uma Copa do Mundo não é tão simples. Acidentes acontecem. Tínhamos convicção de que estávamos no caminho certo, fizemos um excelente primeiro tempo contra a Holanda, mas perdemos. Um típico acidente de futebol.

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, disse em entrevista, após a eliminação do Brasil, que não se pode mudar a rota de um avião no meio do Oceano Atlântico. Ele se referia à comissão técnica que formou em 2006. Como você interpreta essa declaração?
Só tenho de agradecer a ele a oportunidade. Não tenho nada a falar contra ele, nem um “ai”. Foram quatro anos de seleção, uma experiência incrível que me fez crescer como treinador e como homem. Nos momentos mais difíceis, o presidente esteve do nosso lado. Na época em que estávamos em quarto nas Eliminatórias e fomos bronze nos Jogos de Pequim, em 2008, a pressão era grande e ele poderia ter trocado a gente, mas nos manteve. Não guardo mágoa nenhuma. Aliás, ingratidão é uma coisa triste. Sou grato ao Dunga e ao Ricardo.

Mesmo sendo demitido por e-mail pelo site da CBF?
Não tenho do que reclamar. A nossa cultura é de mudar (o técnico). O presidente (Ricardo Teixeira) nunca repetiu (o treinador depois de uma Copa do Mundo).

O observador técnico Jairo dos Santos, duas vezes campeão mundial com a seleção, reclamou publicamente que você preferiu substituí-lo “por alguém com muita experiência evangélica e membro de sua igreja”. Ele se referia a Marcelo Cabo, olheiro do Brasil na Copa da África. Como você reagiu a isso?
Jairo é um grande profissional, tem as qualidades dele. Mas queríamos um relatório (dos jogos) mais simples. Não sou teórico, sou prático. Precisávamos de alguém para discutir as partidas, que tivesse uma excelente visão de jogo. O Jairo fazia relatório de 50 páginas. O Dunga me dizia: “Não aguento mais esse relatório enorme. Não dá.” Soube que antigos treinadores da seleção jogavam o relatório dele fora.

Marcelo Cabo só trabalhou em clubes de pouca expressão e atuou como auxiliar técnico de Marcelo Paquetá na seleção da Arábia Saudita, em 2002. O que o credenciou a trabalhar na seleção?

Ele esteve lá porque é competente e não porque é cristão. A escolha foi minha, mas a palavra final foi do Dunga. Não tomei nenhuma decisão sem a autorização do Dunga. Quando a gente perde, é fácil atacar as pessoas. Eu sou cristão, não sou bandido. Eu quero que minha fé seja respeitada. Vivemos num País com liberdade religiosa. As pessoas têm de me respeitar. Sou um homem de palavra, de caráter.

Como era sua participação nos encontros religiosos na concentração da seleção?
Não participei de nenhuma reunião cristã na África do Sul. Na época de atleta, era diferente. Eu fazia parte, mas como auxiliar técnico, não misturava as coisas.

Você foi apontado por pessoas ligadas à CBF como o mentor de quase tudo o que ocorreu de errado na concentração do time na África do Sul?
Nesse momento, sempre vão buscar um culpado. Quem me conhece, sabe do meu caráter. Eu ser mentor de qualquer coisa é um desrespeito comigo e com o Dunga, que é um líder nato. Sou apaziguador, não sou de tumultuar. Se a gente ganhasse, não haveria nada disso. O Jairo (dos Santos) não apareceria e não haveria tanta contestação. Auxiliar técnico ser mentor é complicado. Tem alguém que quer me prejudicar para soltar uma notícia dessa.

Apesar de defensor da proibição das visitas familiares, você foi um dos primeiros a levar esposa e filhos para o Mundial. Alguns jogadores teriam se sentido traídos. O que diz sobre isso?

Não proibimos ninguém de levar família para lá. A CBF não tinha condições de dar assistência aos parentes (de todos da delegação) e aconselhou, até pelas notícias de violência vindas de lá, que cada um cuidasse dos seus familiares. Não fui o único a agir assim. O Robinho, o médico José Luiz Runco, o chefe de imprensa Rodrigo Paiva, enfim, vários do grupo levaram parentes e tudo caiu só em mim. Sempre tem de ter um culpado.

QUEM É JORGINHO?
Estreou como profissional no América-RJ, em 1983, e no ano seguinte foi para o Flamengo, onde jogou até 1989. Atuou no futebol alemão e japonês antes de voltar para o Brasil e defender o São Paulo, o Vasco e o Fluminense. Como jogador, fez 68 partidas pela seleção, entre 1987 e 1995. Como treinador, só comandou o América-RJ, além de ter sido auxiliar de Dunga na seleção na Copa América de 2007, na Olimpíada de 2008, na Copa das Confederações e na Copa da África.

Fonte: Estadão / Gospel+

Refrigerante Jesus ganha maior prêmio de design do mundo

Uma anedota maranhense afirma que, no Estado, o primeiro significado da palavra Jesus é um refrigerante. A brincadeira reflete um fenômeno que começou local, tornou-se famoso no Brasil e agora se apresenta ao mundo: o guaraná Jesus, segundo refrigerante mais consumido no Maranhão (atrás apenas da líder global Coca-Cola).
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A folclórica bebida cor-de-rosa ganhou a medalha de ouro de melhor estratégia de marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design, o Idea, a maior premiação mundial de design. A campanha vencedora ocorreu no fim de 2008 para renovar o visual da lata. A tarefa não era simples, já que a bebida angariou, ao longo de décadas, fãs entusiasmados.

O guaraná Jesus, criado em 1920, enraizou-se no gosto maranhense. Com pouquíssima propaganda, tornou-se quase um símbolo cultural do Estado. Ele deu origem a um subsegmento, o guaraná rosado, comum também no Piauí e Pará. Turistas chegam a levar estoque do refrigerante para seus estados/países. Até agências de viagem usam a bebida, alinhada com o folclore, como forma de atrair os turistas para o estado. Reza a lenda que a bebida não saiu do Maranhão por questões jurídicas. Quando a fórmula foi vendida para a filial maranhense da Coca-Cola, havia uma cláusula que impedia que a bebida fosse comercializada fora do estado por questões de família.

Nos últimos anos, seu nome engraçado e sua cor fascinante ganharam simpatia Brasil afora. Há centenas de comunidades bem-humoradas a seu respeito no Facebook e no Orkut. Vídeos no YouTube brincam com o refrigerante em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Curitiba e outras cidades espalhadas pelo país – o tipo de tratamento espontâneo e alegre que empresas gastam milhões para conseguir. Há muito mais gente que fala sobre a bebida do que gente que já experimentou mesmo seu sabor muito doce, com traços de cravo e canela (a fórmula exata tem uma aura de mistério), mas os apreciadores reais não só existem, como se organizam para “importar” as latinhas do Maranhão. Por isso, renovar a lata sem incomodar os fãs seria um trabalho delicado. “Em marcas que são ícones, como o Jesus é no Maranhão, o desafio é manter a ligação emocional com os consumidores”, diz Leonardo Lanzetta, diretor executivo da agência de publicidade Dia, que montou a estratégia de marketing premiada. Em outras palavras: uma mudança desastrada faria com que o bebedor de Jesus não reconhecesse mais o produto que lembra sua infância, adolescência e tempos felizes.

Os publicitários fizeram uma campanha estadual com três propostas de novos desenhos para a lata e pediram votos dos fãs. Usaram a internet e mensagens por celular. Três pessoas fantasiadas de latinha – uma de cada opção – passearam por São Luís, brincaram com os passantes, visitaram colégios e entraram em casamentos, sempre recebidas com festa. O modelo vencedor lembra outro símbolo do Estado, os azulejos coloniais portugueses de São Luís. A Coca-Cola, que havia comprado a marca em 2001, esperou para fazer mudanças sem quebrar a ligação nostálgica dos bebedores com Jesus. “Foi um grande mérito da campanha. Os consumidores sentiram que a marca pertence a eles, e não à Coca-Cola”, afirma Júlio Moreira, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e especialista em marcas. Desde a campanha, as vendas do refrigerante cresceram 17%, segundo a consultoria Nielsen.

O resultado certamente teria agradado ao criador da bebida, o farmacêutico Jesus Norberto Gomes – que era ateu, foi excomungado e morreu em 1963. O guaraná resultou de uma tentativa frustrada de fabricar um remédio. Deu errado, mas os netos do farmacêutico adoraram o xarope.

Fonte: Época / Gospel+
Via: O Galileo

Líder ateista satiriza o Cristianismo e “desbatiza” seguidores usando um secador de cabelo

Um líder ateísta “desbatizou” dezenas de seguidores não crentes usando no ritual um secador de cabelo. Com o aparelho, simbolicamente, ele retirou toda a água lançada na cabeça durante o batismo tradicional. A cerimônia “desreligiosa” foi exibida no popular programa “Nightline”, da rede ABC, nos EUA.
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Edwin Kagin, responsável pelo “desbatismo”, disse acreditar que os pais cometem um grande erro ao deixar as crianças serem batizadas sem que elas tenham idade para entender o que está se passando. O líder ateísta, criado em família presbiteriana, chega a afirmar que alguns casos de educação religiosa deveriam ser punidos por “abuso infantil”. Ele classifica a sua “anticruzada” como uma “guerra civil religiosa americana”. Formado em Direito, ele percorre os EUA defendendo suas ideias.

“Fui batizada como católica, mas não me lembro de nada. Minha mãe diz que eu gritava muito. Então você pode perceber que mesmo bem nova eu não queria ser batizada. Não é justo. Eu nasci ateia e me forçaram a ser católica”, afirmou Cambridge Boxterman, de 24 anos, que ganhou de Kagin uma “certidão de desbatismo” em Newark.

Ironicamente, um dos filhos de Kagin se tornou um sacerdote cristão fundamentalista depois de ter tido, segundo ele, uma “revelação de Jesus Cristo”.

Fonte: ABC / Gospel+

Pai estupra filhas de 19 e 13 anos e culpa espírito da umbanda

Um homem foi preso em Botucatu, cidade a 226 quilômetros de São Paulo, acusado de abusar das próprias filhas, de 13 e 19 anos de idade. Ele diz ser pai de santo, e na casa funciona um terreiro de umbanda. Para forçar as filhas a manter relações sexuais, João Floriano de Almeida, 39 anos, dizia que recebia um espírito e estava possuído por ‘forças do mal’. O ‘Zé Pilantra’ ameaçava as jovens, dizendo que elas ficariam aleijadas se não cedessem. Acusada de omissão por não impedir os abusos, a mulher de Floriano e mãe das meninas, Sebastiana de Fátima Oliveira, 54, também foi para a prisão.

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Há três anos, Floriano foi acusado de abusar da filha mais velha, mas não ficou preso. Segundo denúncias, a jovem engravidou duas vezes, mas sofreu abortos depois que a mãe lhe forneceu substâncias. Ela tem um filho de 1 ano e meio, que agora será submetido a exame de DNA para checar se é fruto das relações que a jovem manteve com o pai. O casal teve prisão decretada por 30 dias. João Floriano vai responder por estupro e estupro de vulnerável, crime punido com pena de 8 a 15 anos de prisão.

Fonte: Meia Hora / Gospel+
Via: Creio

Lançamento Aliança Produções "Louvores para Ninar" é destaque no portal UOL

Agora mamães e papais têm uma excelente opção para embalar seus filhos com música de qualidade. A Aliança apresenta a série de CDs Louvores para Ninar. São três volumes que trazem singelas canções de louvor e adoração ao som harmonioso de uma caixinha de música.


Foto: Divulgação

O repertório é composto por cânticos consagrados que marcaram gerações, e agora recebem arranjos especialmente elaborados para acalentar os bebês. Entre as faixas estão sucessos como Deus é tão Bom, Estrela da Manhã, Aclame ao Senhor, Um Só Rebanho, O Sabão Lava Meu Rostinho, Amigo de Deus, Noite de Paz, Meu Prazer e muito mais.

Para completar a beleza dos CDs, o encarte é delicadamente ilustrado com elementos presentes no quartinho do bebê: o berço, diversos brinquedos e até a caixinha de música, que não pode faltar para embalar levemente seu sono clima de absoluta serenidade.

Em um contexto onde há carência de boa música infantil, mamães e papais irão se surpreender com Louvores para Ninar, um excelente presente que trará paz e harmonia aos seus filhos nos momentos de descanso.

MÚSICA MELHORA O SONO DOS BEBÊS

Um banho morno, colocar no bercinho, ouvir doces canções enquanto faz carinho, falar baixinho. Saiba como seu filho pode dormir melhor.

Tão importante quanto alimentação, cuidado e carinho, a qualidade do sono é essencial para o desenvolvimento dos bebês. Porém, problemas com esse tema são mais comuns do que se imagina. Estima-se que cerca de 30% dos bebês têm alguma dificuldade para dormir. As mais comuns são a demora para iniciar o sono e os despertares durante a noite.

Para reduzir este índice, especialistas apontam que o caminho é criar bons hábitos. Um deles, de acordo com a Dra. Márcia Pradella-Hallinan, neuropediatra e coordenadora de pediatria do Instituto do Sono, é utilizar a música como parte do ritual de aprender a dormir. “Como se fosse um aviso agradável, ao ouvir a canção a criança se habitua mais facilmente que está chegando a hora do descanso”, explica.

O efeito benéfico da música é endossado também pelo Dr. Gustavo Moreira, pediatra e pesquisador do Instituto do Sono. “Suaves canções têm a propriedade de acalmar, acalentar e ajudar o bebê a dormir”, afirma.

O método é ainda mais eficiente se associado à presença da mamãe ou do papai para massagear o bebê, fazer carinho, dar beijinhos, a fim de criar um ambiente propício para relaxar e entrar no sono com facilidade.

“Existem pesquisas realizadas em vários continentes mostrando que o bebê necessita de um ritual para dormir, um tempo de transição para relaxar, no qual, em geral, está incluída a música cantada ou tocada de diferentes formas”, afirma a Dra. Márcia. Esse momento consiste em um banho morno, uma massagem relaxante e atividades calmas que vão durar em torno de 15 a 20 minutos, já com as luzes do quarto apagadas.

Outras dicas dos especialistas são acostumar os pequeninos com horários regulares para atividades do dia e o início do sono – inclusive aos fins de semana; evitar brincadeiras estimulantes e agitadas no começo da noite; manter o local de dormir tranquilo, escuro e aconchegante.

Com esses cuidados e uma música de ninar ao fundo, certamente o sono de toda família será muito mais agradável!

Fonte: UOL / JovemX.com